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17 janeiro 2012

App Hatchi dá aos nerds solitários a adorável companhia de um Tamagotchi


Lembra do Tamagotchi? Aquele bicho de estimação virtual que era uma febre nos anos 90, sugava seu tempo e distraía milhões de crianças em idade escolar de seus estudos? O novo app Hatchi é o Tamagotchi para o seu iPhone. Diga adeus à sua produtividade e olá para o seu novo amigo.
Hatchi é praticamente idêntico ao Tamagotchi original, desde os gráficos que parecem uma telinha LCD antiga e tosca, e é exatamente por isso que nós o amamos. Bem, nós também gostamos porque somos nerds socialmente inaptos, e poderíamos usar alguma coisa para nos distrair dessa triste e dolorosa solidão.
Depende de você educar seu pet para se tornar um cidadão exemplar. Alimente-o! Troque suas fraldas! Dê injeções contra a gripe! Ensine a brincar! É como ter um bebê (ou animal) de verdade sem toda a obrigação. É como ter amigos que seguem todas as suas ordens e sem a chatice de ter que encontrar para beber depois do trabalho – bem como deveria ser. [iTunes via Chip Chick]
[ GIZMODO ]

09 janeiro 2012

Dica de aplicativos: Hootsuite

  HootSuite para Twitter & Facebook









iPhone/iPad/Android

Atualize seu feed do Twitter, cheque o foursquare, veja suas conexões no LinkedIn, e comente as publicações de seus amigos no Facebook onde for. Suba fotos, receba notificações, veja estatísticas de clique, e mais. Simples, elegante e poderoso, o HootSuite permite que você envie e programe mensagens no Twitter de qualquer lugar. Veja um vídeo demonstrativo abaixo.











Veja como adicionar automaticamente feriados ao calendário do iPhone, iPad ou iPod touch





  Não sabe que dia será o Carnaval? Quer planejar uma viagem para o feriadão de Páscoa e precisa ir sempre no Google procurar a data? Pois agora você pode ter todos os feriados na palma da sua mão, graças ao Calendário Blog do iPhone de Feriados Brasileiros.
  De forma fácil e gratuita, ensinaremos como você pode assinar nosso calendário especial, para integrar automaticamente os feriados nacionais ao sistema do iPhone ou iPad, para poder ter sempre a mão todos os feriados do Brasil. A vantagem é que você não precisa instalar nenhum aplicativo extra e nem estar conectado a todo o momento na internet, tendo as datas acessíveis diretamente no iOS.
Para integrar os feriados ao Calendário do sistema, siga os passos a seguir no iPhone, iPad ou iPod touch:
Passo 1: abra Ajustes e acesse o menu Mail, Contatos, Calendários.
Passo 2: toque em Adicionar conta e escolha “Outra” na lista de serviços.
Passo 3: selecione “Adicionar Calendário Assinado”.
Passo 4: no campo Servidor, digite “feriados.blogdoiphone.com“.
Passo 5: você verá uma tela com os detalhes, indicando que você está fazendo uma assinatura de calendário. É algo normal e não implicará em nenhum custo para você. Toque em “Salvar”
  Pronto! Todos os feriados oficiais do Brasil estão adicionados ao seu sistema. Basta abrir o aplicativo Calendário e você verá a lista dos feriados durante o ano. Incluímos também o fim e o início do Horário de Verão e poderemos incluir outras datas no futuro, que serão atualizadas automaticamente no seu dispositivo. Se você tiver alguma sugestão, pode colocá-la aqui nos comentários. Estamos pensando em uma solução para adicionar separadamente também os feriados regionais (sem que fiquem expostos para o país inteiro), mas isso ficará para um segundo momento.
  Esta é a forma mais fácil de ter os feriados no seu iPhone, iPad ou iPod touch, sempre atualizados. É mais um presente do Blog do iPhone a todos os seus fieis leitores.
[ Blog do iPhone ]

08 janeiro 2012

Esta capa super resistente protege um iPad caído do espaço


O fabricante de capas G-Form já fez diversos vídeos com testes de resistência em iPads, inclusive com bolas de boliche. Mas desta vez eles foram longe demais; longe mesmo. Fizeram o iPad subir em um balão meteorológico até a estratosfera, quando estourou e caiu em queda livre de uma altura de mais de 100 mil pés.
Você acha que o iPad quebrou com a queda? Confira você mesmo no vídeo a seguir. :)
[ Blog do iPhone ]

Donos de iPhone 4S são os maiores "devoradores de dados", diz estudo



Os usuários de iPhone 4S consomem duas vezes mais dados que os donos do modelo anterior, o iPhone 4, sinalizando que as operadoras terão que lidar com volumes bem maiores de seus usuários, informa um relatório publicado recentemente pela fabricante de softwares de gerenciamento de rede Arieso.

O smartphone da Apple tem colocado algumas operadoras sob grande pressão desde a sua chegada ao mercado, uma vez que os usuários navegam e usam a nuvem de uma forma que suas redes não aguentam. O iPhone 4S leva o consumo de dados para um novo nível, afirma o relatório da Arieso, que analisa os padrões de uso de pelo menos 1.000 telefones de cada modelo, informou o CTO da companhia, Michael Flanagan.

A mais recente adição à família iPhone é justamente o campeão entre os smartphones quando o assunto é uso de dados. Os donos do iPhone 4S baixam quase três vezes mais dados do que os usuários do iPhone 3G e duas vezes mais que os donos do iPhone 4. Razões para o crescente volume de dados incluem a adição do Siri e do iCloud, afirma Flanagan.

As fabricantes de aparelhos estão constantemente buscando maneiras de diferenciar seus produtos dos rivais, e o armazenamento na nuvem (como o iCloud permite) tornou-se um dos setores de aplicativos mais quentes entre os smartphones. Por exemplo, a Sony Ericsson recentemente fechou um acordo com a Box.net que fornece aos donos da sua linha Xperia (baseada no Android) até 50 GB de armazenamento gratuito.

À medida que mais fabricantes integram armazenamento na nuvem aos seus produtos, mais smartphones terão padrões de uso parecidos com os do iPhone 4S, disse Flanagan.

Os donos do iPhone 4S não são os únicos que baixam muitos dados. Outros usuários pesados são os donos dos aparelhos Samsung Galaxy S e SII, assim como do Nexus One e do HTC Desire S.

O tráfego de upload está crescendo, e colocando mais peso sobre as redes. Nesse quesito, o iPhone 4S divide a liderança com o HTC Desire S. Os donos dos dois aparelhos sobem três vezes mais dados do que os donos do iPhone 3G, revela o estudo.

O levantamento da Arieso também revela que o ela chama de “usuário extremo” domina o uso de dados. Atualmente, apenas 1% dos assinantes de planos de dados consomem metade de todo o plano, e 3% fecham em quase 80% do total permitido, explica Flanagan.

Tudo isso deixa claro que os problemas de capacidade assolando as operadoras móveis no mundo todo vão apenas piorar em 2012, escreve a Arieso em seu relatório.

11 agosto 2011

Os cinco piores conselhos que a Apple já recebeu


Hoje, a Apple fechou o pregão oficialmente como a empresa de maior valor do mercado no mundo, deixando a gigante Exxon para trás. No passado, Steve Jobs ignorou vários conselhos bizarros. Confira os cinco mais marcantes:
5. Invista pesado na tecnologia do Newton. — Wired, 1997
O Newton era bacana, mas não tão bacana assim. Em vez dele, nós temos agora um sistema operacional que roda em vários aparelhos, do desktop ao iPad, iPhone e iPod touch, que usa a família ARM de chips que o Newton usava.
4. A Apple deve adotar o Windows. — John C. Dvorak, 2006
Para se matar, ele esqueceu de dizer. E olha que ele disse isso depois de o Mac OS X já ter se tornado uma realidade.
3. A Apple deve desistir do iPhone. – John C. Dvorak, 2007
Vamos admitir, ele é engraçado. Claro, ele não sabia que o iPhone seria a chave para a Apple crescer de vez.
2. Desista do mundo do hardware. — Wired, 1997
Seria bem idiota desistir do mundo do hardware quando ele cria grandes margens de lucro e dá a possibilidade de a Apple controlar tudo em sua plataforma.
1. “O que eu faria? Eu fecharia a empresa e devolveria o dinheiro aos investidores.” —Michael Dell, 1996
A Dell agora tem valor de mercado estimado em US$25,82 bilhões. Hoje, a Apple vale US$338,89 bilhões, com vendas e lucros gigantesco. Tadinho do Mickey.
Se você quiser ler mais alguns péssimos (e alguns bons) conselhos, leia a análise de Rafe Colburn na matéria 101 maneiras de salvar a Apple, em uma edição da Wired de 1997.
[ GIZMODO ]

14 junho 2011

iPhone 4 desbloqueado começa a ser vendido nos EUA

Quem pensa em adquirir o equipamento nos Estados Unidos não precisa mais fazer o jailbreak e desbloqueio para usar o aparelho no Brasil.

Muita gente que vai para os Estados Unidos costuma trazer um iPhone 4 no bolso. Até a semana passada, quem optava pela compra nos Estados Unidos, porém, tinha um bom trabalho para fazer o equipamento funcionar. Para começar, era preciso fazer o jailbreak (processo para o uso de softwares não autorizados pela Apple) e depois destravar o aparelho para o uso com outras operadoras.
Agora, ficou mais fácil. A exemplo de outros países, como na França, a Apple passa a oferecer o iPhone 4 destravado. Ou seja, é só colocar o chip da operadora brasileira para que ele funcione. Logicamente, como o aparelho não tem subsídio da AT&T, não sai pelos 200 dólares (modelo mais barato nos EUA). É preciso desembolsar 650 dólares para adquirir o modelo de 16 GB GSM.
iphone4300
iPhone 4: modelo de 16 GB desbloqueado nos EUA sai por 650 dólares
Mas vale a pena comprar nos Estados Unidos?
Depende. No Brasil, você também encontra o iPhone 4 destravado e sem plano de operadora, no modelo pré-pago, por cerca de 1.800 reais. Nesse caso, com o dólar em 1,6 real, a versão mais barata do iPhone 4 norte-americano, com o imposto, sai por cerca de 1.100 reais. Ou seja, é mais barato.
Mas, como a maioria das pessoas que tem iPhone vai querer usar Internet, um plano de dados 3G é essencial e, ao fechar um pacote com a operadora, você consegue subsídios que tornam essa diferença muito menor. Isso sem falar que os clientes mais antigos costumam ter desconto na hora de adquirir o equipamento.
Antes de bater o martelo em viagem aos Estados Unidos, é preciso levantar essas informações e fazer as contas. Pois pode valer mais a pena comprar por aqui.
E, para completar, lembre-se que um o iPhone 5 (ou 4S) está a caminho. Segundo os rumores, chega em setembro.

OnLive e iPad: feitos um para o outro

Na E3 2011 que aconteceu semana passada, o OnLive foi demonstrado rodando no iPad 2. Francamente, não consigo imaginar uma relação simbiótica mais benéfica para ambas as partes.
O OnLive, anunciado há alguns anos e crescendo lentamente nos EUA, é um sistema de games por streaming. Todo o processamento dos seus jogos é feito remotamente, de modo que qualquer máquina com uma tela e uma placa de rede consegue exibir jogos de última geração. (Eu escrevi sobre ele, talvez empolgadamente demais, no Continue.)
Mas o OnLive precisa ser usado em um computador, ou em uma TV com um pequeno adaptador. Dois dispositivos que podem ser usados para jogar de modo melhor, sem sofrer o pequeno lag do streaming, com apenas um pouco mais de investimento.
O iPad, por outro lado, é uma máquina com uma tela incrível, um gadget onipresente na vida de quem o tem, e que, sim, também muito usado para jogos – mas jogos diferentes. Este é o triunfo que o OnLive tem nessa plataforma. O iPad está cheio de jogos bacanas, mas você nunca vai jogar um Assassin’s Creed de verdade nele. Não há processamento. Mesmo se houvesse, não haveria botões.
Com o OnLive ligado ao iPad em uma rede Wi-Fi, o iPad vira literalmente um console de última geração. Com botões, e com os mesmos jogos. O iPad é a interface perfeita para o OnLive, que por sua vez é solução perfeita para games tradicionais em um tablet.
O problema? A qualidade da experiência com o OnLive depende da proximidade física com os seus servidores. Que ficam todos nos EUA. Longe do Brasil. É, a vida não é fácil. [Macstories]

10 junho 2011

Apple finalmente para de abusar de quem vende conteúdo no iPad

A Apple finalmente reconheceu que a política de assinatura de conteúdo da App Store é ridícula e a reverteu, sem mais fazer exigências absurdas a quem vende conteúdo através dela. As regras pesadas de preço e compras in-app se foram.
As diretrizes da App Store eram bem rígidas, como já explicamos:
A Apple colocou três cláusulas que estragam tudo. Primeiro, você não pode colocar nenhum link no seu app para fazer assinatura digital através do site. Ou seja, um usuário comum do iPad, vendo apenas o botão de “Assinar”, em vez de ir visitar seu site vai preferir tocar no botão – e a Apple ganha mais com isso.
Segundo, se você tem app para iPad e vende assinatura pelo site, você é obrigado a vender assinaturas pelo sistema da Apple também. Ou seja, não dá pra escapar do sistema de assinaturas.
E mais: a assinatura via iPad tem que custar tanto quanto ou menos que a assinatura via seu site. Ou seja, nada de promoções “assine direto conosco e economize!” – a Apple proíbe isso.
As novas diretrizes mudaram isto, eliminando qualquer requerimento de oferecer o mesmo preço, e a exigência de oferecer assinaturas externas como compras dentro do app. Continua proibido, no entanto, colocar um link ou botão para assinar conteúdo fora do app:
Apps podem ler ou reproduzir conteúdo aprovado (especificamente revistas, jornais, livros, áudio, música ou vídeo) que seja assinado ou vendido fora do app, desde que não haja nenhum botão ou link externo no app para comprar o conteúdo aprovado. A Apple não vai receber nenhuma parte da receita de conteúdo aprovado que seja assinado ou adquirido fora do app.
Esta mudança surgiu logo depois de o Financial Times lançar um webapp em HTML5 para evitar os 30% que a Apple cobraria de toda assinatura feita através de um app nativo.
Agora, assinar conteúdo faz sentido para quase todos, tanto para quem consome conteúdo, como para quem o vende. Os consumidores estão livres para pagar pelo conteúdo da forma que quiserem – dentro do app ou fora – e quem vende conteúdo pode cobrar o quanto quiser, onde quiser.
A única parte descontente com a mudança são as revendedoras de livros, como a Amazon e a Barnes & Noble. Se eles quiserem que as pessoas comprem através dos seus apps, vão ter que pagar os 30% da receita à Apple. No entanto, isto não impede que a Amazon sincronize livros da web para seus apps no iPad e iPhone, sem passar pelos controles da Apple.
Isto significa que o preço de assinatura dentro dos apps vai aumentar? É possível, em alguns casos, para compensar a fatia que a Apple leva. Mas se as revistas e jornais quiserem se manter competitivos, eles provavelmente teriam que aguentar a perda de parte da receita nas vendas pela App Store, assim como todos os outros desenvolvedores.
É bom saber que a Apple reconhece quando falha, e que volta atrás em suas imposições de vez em quando. [MacRumors]

01 junho 2011

Transformando seu iPad em um netbook.

Nós já vimos dezenas de cases de iPad com teclados, mas a Crux foi além ao incorporar um touchpad e uma bateria no acessório para garantir mais 7,5 horas de uso. Mas isso vale U$250? Não. [Crux via UberGizmo]

31 maio 2011

O que esperar do evento WWDC 2011 da Apple nesta segunda-feira?





Conferência chega prometendo novidades e aumentando a expectativa dos fãs da empresa.



 
(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Não adianta: a cada evento da Apple que se aproxima, só se fala em que a Maçã pode surpreender desta vez. A chegada da edição de 2011 da WWDC (Apple Worldwide Developers Conference), realizada de 6 a 11 de junho, já mexe com os ânimos de quem acompanha tecnologia. Apesar de ser destinado para desenvolvedores, ele exibe também várias novidades ao público consumidor.
Desta vez, algumas novidades já foram adiantadas, mas já cansamos de ver que a companhia é sempre capaz de surpreender. Confira abaixo um pouco do que já foi dito e o que esperamos para o evento.


O rugido do leão


A novidade mais esperada pelos fãs de carteirinha dos computadores da empresa é a nova versão do Mac OS X, batizada de Lion. Com lançamento esperado para o segundo semestre de 2011 e com versões prévias para teste já circulando entre desenvolvedores, o evento de segunda-feira é o momento perfeito para revelar definitivamente os detalhes do sucessor do Snow Leopard.


A navegação no Lion poderá ser assim. (Fonte da imagem: Apple Insider)

Entre suas novidades, devemos conferir as atualizações no visual e na tela principal do sistema operacional. O Exposé foi modificado para o chamado Mission Control, que deve deixar o gerenciamento de janelas e aplicativos mais simples. Você será capaz de escolher quais aplicativos deseja exibir no Spaces, alternar entre janelas de aplicativos e personalizar a organização da tela.


Agora será possível executar aplicativos em tela cheia. (Fonte da imagem: gigaom)

A experiência de utilizar os aplicativos da empresa deve ficar ainda maior com a possibilidade de rodar programas em tela cheia. Desse modo, o Mail, o iPhoto e o iMovie, por exemplo, poderão ocupar todo o seu monitor para facilitar a navegação.


O iCal é um dos serviços remanejados. (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

Além disso, o Mail e o iCal receberão um novo visual, bem mais simplificado e bastante organizado. No calendário, além de visualizar as datas, será possível anotar compromissos de maneira ainda mais dinâmica. Na conferência, poderemos vê-los em ação.
Outra adição é com relação ao editor de textos, que agora ganha um revisor ortográfico que já existia no iOS.


O mistério do portátil


Enquanto já sabemos quase tudo sobre o Lion, a nova versão do sistema operacional portátil da Apple permanece nas sombras. Novos detalhes e funcionamentos do iOS 5 devem surgir em breve, mas por enquanto não passam de palpites de fontes especializadas.
Podemos ter a inédita inclusão de widgets, aqueles acessórios presentes em vários sistemas que disponibilizam informações como temperatura e horário. O sistema de notificações, que avisa sobre mensagens recebidas ou problemas de funcionamento, por exemplo, deve ser modificado para tornar-se mais confortável ao usuário do aparelho.
Além disso, novidades no reconhecimento de voz e integração de fotos e outras mídias podem surgir juntamente com o sistema operacional, trazendo melhorias e conectividade com outros serviços da empresa.


O futuro está nas nuvens


Se o iTunes em si já revolucionou a indústria fonográfica com a popularização de vendas de músicas online, o próximo passo a ser dado pela Apple é transmiti-las a partir de qualquer lugar, juntamente com outras mídias.
A computação em nuvens já está em evidência faz tempo, mas a utilização dela pelas gigantes se iniciou recentemente, começando uma guerra entre empresas como a Amazon e a Google, além da recém-chegada Apple.


Pouco se sabe sobre o funcionamento e até a utilidade o iCloud, mas todos esperam um projeto ambicioso. Sincronizar galerias de fotos, vídeos e músicas entre aparelhos portáteis e de mesa da Apple, por exemplo, pode se tornar uma tarefa extremamente fácil.
Imagine uma rede que controle todos os arquivos do seu computador, para que você possa acessá-los de qualquer lugar. É mais ou menos isso que a Apple pode nos apresentar na semana que vem.


O retorno de Jobs


Steve Jobs não está tão sumido assim: ele já deu as caras para apresentar ao mundo o iPad 2, em março.  Mesmo assim, o homem mais famoso da Apple ainda está de licença médica faz um bom tempo, para tratar de problemas de saúde, e sua presença não ocorre por qualquer motivo.

 
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Por isso, a confirmação de Steve Jobs como um dos presentes traz ainda uma expectativa maior: será que um produto ainda importante do que os listados acima será anunciado no WWDC? As esperanças de um novo iPhone, por exemplo, ainda não acabaram, ainda mais com o desenvolvimento do novo iOS.


Será que veremos um novo iPhone na WDCC 2011? (Fonte da imagem: Divulgação / Apple)

De qualquer forma, Steve Jobs estará lá – e sua presença, junto com seus discursos inspiradores e animados sobre as novidades da Apple, proporciona um grau ainda maior de importância ao evento.[ Tecmundo/baixaki ]

30 maio 2011

Samsung pede à justiça acesso a iPhone 5 e iPad 3 antes de serem lançados

Você deve se lembrar que a Apple está processando a Samsung por “homenagens exageradas”. Em um segundo movimento do processo, os advogados de Cupertino pediram à coreana que apresentassem alguns novos aparelhos – como o Galaxy SII e os novos Galaxy Tab para avaliar se eles continuam violando patentes e se deveriam ser impedidos de chegar ao mercado. Enquanto a justiça não chega a uma conclusão, a Samsung resolveu fazer um movimento ousado: pediu para que a Apple também mostrasse o iPhone 5 e iPad 3. Mas hein?
A justiça concordou com o pedido da Apple, mas estabeleceu a condição que apenas os advogados de patente tivessem acesso às unidades de pré-produção solicitadas. A Apple ainda não seguiu o processo pedindo a suspensão de vendas, mas aparentemente tem esta carta na manga. De todo modo, todos os produtos solicitados já foram anunciados, demonstrados e até estão à venda.
O caso da Samsung é um bocadinho diferente. Apesar de sabermos com 110% de certeza que haverá um iPhone 5 (ou iPhone 4S – o documento enviado na justiça pede ‘pelo próximo iPhone’, qualquer que seja o nome) e um iPad 3, a Apple não anunciou qualquer coisa. A Samsung argumenta que precisa ver os produtos da Apple que estarão competindo com os seus dentro de alguns meses para poder se precaver de um potencial “mandando de injunção”, que a Apple poderia pedir para evitar que os novos tablets e smartphoens da Samsung fossem tirados do mercado por parecerem demais com os próximos tablets e smartphones da Apple. Por último, diz no requerimento que é uma questão de “justiça”: ela deve mostrar produtos novos à Apple, então a empresa de Jobs deve fazer o mesmo.
Parece bizarro pra você? Nilay Patel, do This is my Next, que descobriu o novo imbróglio, analisa:
Então esta é a moção da Samsung. É bem estranha, se você parar pra pensar: a Samsung está argumentando que a Apple pode entrar com um injunção preliminar, e que isso pode acontecer em algum momento posterior aos possíveis iPads e iPhones que a Apple talvez lance. Tem muita coisa presumida aí – e a Apple pode basicamente matar toda essa linha de argumento simplesmente entrando na justiça na segunda de manhã e argumentando que os produtos da Samsung à venda hoje deveriam ser bloqueados do mercado porque causam confusão com o iPhone 4 e iPad 2 pelos próximos meses até o lançamento de suas novas versões. Nem a corte nem a Samsung precisam ver os protótipos da Apple para lidar com isso. E mesmo se a Samsung vencer, a Apple definitivamente vai apelar da decisão, colocando todo o caso em espera enquanto tudo é resolvido – um processo que pode certamente só terminar depois do lançamento do iPhone 5 no fim do ano, tornando toda essa discussão meio inútil.
E o que a Samsung pretende com isso? Patel acredita que o movimento foi uma manobra de advogados para pressionar a Apple, e mostrar que a Samsung tem algumas armas disponíveis. Apesar de fornecedora de peças importantes para a Apple, as duas empresas não estão se falando muito bem depois do início do processo, e poderiam tentar resolver a coisa em conversas amigáveis, fora da corte. A verdadeira batalha nos tribunais ainda não começou, de todo modo, e a novela parece ir longe. [This is my next][ GIZMODO ]

27 maio 2011

Com escassez de estoque, varejistas já estão sem iPad 2

Parece que, pelo menos desta vez, os cidadãos que enfrentaram uma fila de madrugada  para comprar um produtora Apple tinham um bom argumento para isso: hoje, menos de 24 horas após o lançamento oficial do aparelho, grande parte das varejistas do país já acabaram com seus estoques. Em algumas, os aparelhos acabaram em duas horas. No entanto, ainda há uma loja que promete todos os modelos.
Lojas como Fnac e FastShop já acabaram com seus estoques — pelo menos nas lojas online e pelo telemarketing. Na primeira, as lojas físicas dizem estar “zerando os estoques” e que em poucas horas “mais de 90% dos aparelhos” foram vendidos. Já a FastShop afirma que o estoque acabou em pouco mais de duas horas após o início das vendas, à meia-noite de ontem. A loja já começa a colher nomes de futuros compradores e faz uma previsão otimista de uma segunda remessa chegando na próxima semana.
Cenário parecido pode ser constatado na Saraiva, no Ponto Frio e no Submarino. As duas primeiras já dão o produto como indisponível em todos os formatos de compra (físico, online ou telemarketing), enquanto o Submarino diz ainda ter a versão de 64GB sem 3G e o modelo de 16GB com 3G.
Enquanto os varejistas bolam listas, prometem nova remessa e pedem desculpas, uma loja ainda tem todos os modelos: a Apple Store. Apesar de o site informar que a entrega pode variar de uma a duas semanas após a saída do produto do armazém, as atendentes da loja oficial da Apple garantem que todos os compradores terão os aparelhos.
Nos EUA, é prática comum a Apple abastecer as grandes redes, como BestBuy, com uma quantidade de peças muito inferior ao estoque próprio da empresa. Aqui, o Estadão afirmou ontem que alguns varejistas receberam de 200 a 300 modelos para toda a rede. Não sabemos ao certo quanto a Apple ganha (ou deixa de perder) com a venda direta pelo seu site, mas o cenário atual é claro: a demanda é maior do que o estoque dos varejistas e a saída para aqueles que ficaram sem e querem muito é a compra pelo site da Apple.

Lançamento do iPad 2: Apple Brasil quer ser mais pop






À meia noite e um minuto — esqueça a pontualidade britânica, nada de 23h59 — um estande especial no shopping Iguatemi, em São Paulo, derrubava seus panos pretos, com uma multidão de ajudantes da Apple para guiar os compradores a duas mesas com iPads 2, os primeiros oficiais no Brasil. Atrás, uma dezena de famosos descolados em um evento organizado pela própria Apple, algo incomum nos últimos tempos. E a ideia de concentrar tudo em um só lugar surtiu efeito: a fila era longa.
A história, na realidade, repetiu vários dos passos de outros lançamentos da Apple no Brasil: alguém chegando na fila no meio da tarde, sendo o primeiro, atraindo um milhão de fotos e ganhando seus momentos de fama. A diferença, desta vez, é que Pedro Wilson, o tal número um que chegou às 15h, teve de lidar com um batalhão da imprensa, incluindo Globo, Bandeirantes e outros veículos que não costumam cobrir lançamentos de gadgets — na época do iPhone 4 e do primeiro iPad, por exemplo, só a imprensa especializada cobriu o evento.
Pedro engolido por câmeras e pelo microfone da Globo
escolha dos “famosos posando para as fotos” também foi um pouco diferente dos últimos eventos. Se no ano passado o primeiro iPad foi recebido no shopping Higienópolis por um Zeca Camargo usando camisa havaiana, hoje o escrete era todo cool: metade da MTV (Marcelo Adnet, Marimoon, Dani Calabresa e até a ex-VJ Marina Person), Capital Inicial (é, sério), e Igor Cavalera e sua mulher discotecando com picapes e um iPad 2 do lado. Figurinhas da moda também marcaram presença. Como dessa vez nem operadoras nem varejistas organizaram o evento, coube à Apple Brasil escolher os descolados.
     

Escassez de aparelhos?

Centralizando o evento em um só lugar, a Apple Brasil conseguiu causar um buzz que lembrou o lançamento do primeiro iPhone (que teve Preta Gil brava por não levar um de graça, lembra?). Segundo o instituto Gizmodo de Pesquisas, cerca de 150 pessoas estavam na fila — e enquanto o Pedro Wilson comprava o seu primeiro, dezenas ainda estavam na porta de outras lojas, na fila, há metros de distância. Pela velocidade do passo, tudo indica que neste exato momento ainda há muita gente tentando levar um iPad 2 para casa. O lançamento mais veloz — com apenas três meses de diferença dos EUA e 24 semanas após o lançamento do primeiro iPad no Brasil — também contribui para o frenesi.
Porém, o excesso de exposição esbarra em uma provável decepção: segundo o Estadão, varejistas receberam menos unidades do iPad 2 do que no lançamento da primeira versão — há relatos de que alguns deles obtiveram apenas 200 unidades do aparelho. Se há dificuldades de abastecer as lojas nos EUA, imaginamos um grande problema por aqui também.
Tirando a festança publicitária, o evento foi importante para captar alguns detalhes: a Apple parece estar mais interessada no Brasil, com evento próprio, exposição e convidados por todos os lados. A “grande imprensa”, após a viagem de Dilma à China e o tal acordo com a Foxconn, também está mais interessada, o que é importante para não deixar a tecnologia apenas em pequenos nichos. O Pedro Wilson, por exemplo, provavelmente será pauta do Jornal Hoje.
Agora o iPad 2 já está à venda em vários sites, como Fnac, Submarino e Ponto Frio. O preço varia de R$1.650 a R$2.599. Se está caro? Um dos seguranças do shopping, enquanto batia um papo com seus colegas, expressou sua posição: “dois pau e meio nessa merda. Tem que ser maluco mesmo”. Se vale a pena comprá-lo? Calma, nosso review já está saindo do forno.
[ GIZMODO ]