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03 junho 2011

Com quantos vídeos se faz um YouTube [infográfico]

Infográfico - Com quantos vídeos se faz um YouTube [infográfico]



YouTube! Esse nome é tão comum que fica difícil conhecer alguém que não saiba do que ele se trata. Os vídeos armazenados nos servidores da Google alimentam sites de todos os tipos e cerca de 70% de todos os usuários de internet do mundo acessam o YouTube com frequência.
Criado em 2004, por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim (três funcionários do PayPal), não demorou para que ele se tornasse o maior nome em vídeos online. Utilizando formato FLV (Flash Video), permitiu que computadores e conexões mais modestas também pudessem rodar os filmes com muita qualidade. Tudo isso colaborou para que surgisse o interesse de uma das gigantes da web.

Era Google: a aquisição bilionária

Em outubro de 2006, menos de dois anos após o lançamento oficial do serviço, o YouTube foi vendido para a Google. Na transação, os criadores levaram um total de 1,65 bilhão de dólares. Desde então, a Google apenas investe dinheiro para incluir mais e mais servidores para dar conta dos vídeos que chegam a todo minuto.
Não existe confirmação oficial por parte da empresa, mas há muitas fontes internacionais que afirmam que, até hoje, a Google não obtém lucros com o YouTube. Mesmo com as enormes quantias de dinheiro ganhas com propagandas, os custos com manutenção e expansão de servidores fazem com que o serviço não dê retorno financeiro. Sendo isso verdade ou não, é fato que o YouTube é uma propaganda e tanto para a Google.

Números atuais

Você sabe quantas páginas são carregadas no YouTube todos os dias? Em média, são três bilhões delas. Esses números levaram o YouTube ao patamar de terceiro site mais visto em toda internet mundial, ficando atrás do Facebook (segundo colocado) e também do motor de buscas Google (líder absoluto).
E não são apenas os números da audiência que crescem constantemente, pois o mesmo se aplica ao número de vídeos enviados para os servidores. Em 2007, foi feito um cálculo mostrando que o YouTube recebia cerca de oito horas de vídeo por minuto, o que significa um total de 11 mil horas por dia.
Hoje, o número está seis vezes maior. A cada minuto, são enviadas 48 horas de vídeos. Em um dia completo, isso representa um total de 68 mil horas. Ou seja, são 2,8 mil dias de vídeos somados, o que exigiria mais de 7 anos de visualizações sem interrupções para que fosse possível assistir a todos.

O YouTube e as redes sociais

Seguindo as tendências da internet, o YouTube aplicou botões de compartilhamento com redes sociais em todos os vídeos armazenados. Com eles, é possível enviar o filme (embutido ou não) para páginas do Blogger, Twitter, Myspace, Tumblr, Reddit, Buzz, Del.icio.us e StambleUpon, além dos já tradicionais Orkut e Facebook.
[ Tecmundo/baixaki ]


31 maio 2011

Metroviários de SP anunciam greve pelo YouTube

O sindicato dos metroviários escolheu uma forma diferente de anunciar as razões da provável greve do metrô de São Paulo amanhã: nada de panfletos, panelaço, passeata ou apitaço. A escolha foi por um vídeo publicado no YouTube, falando sobre a lotação do metrô, do excesso de trabalho de alguns funcionários e das reinvidicações da categoria.
Com o título “Chega de sufoco no metrô”, o vídeo mostra Altino Prazeres, presidente do sindicato, comentando sobre a situação do “metrô mais lotado do mundo”: onze pessoas por metro quadrado, fluxo diário dobrando e manutenção do número de metroviários, preço alto da passagem e ausência de reajuste de salário para os funcionários.
A Justiça não quer deixar que o metrô pare — uma liminar quer que pelo menos 90% da frota esteja circulando nos horários de pico. Para os metroviários, porém, a greve continua. Mas fica o registro de um formato diferente de anunciar uma greve: por meio de um upload no YouTube e confiando no poder das redes sociais. [YouTube]
[ GIZMODO ]