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Mostrando postagens com marcador facebook. Mostrar todas as postagens
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20 janeiro 2012

Timeline do Facebook ganha novos apps





Há alguns meses, o Facebook anunciou que migraria todos os perfis da rede social para o novo modo Timeline. Junto, também divulgou que alguns apps presentes no serviço seriam modificados para que ficassem mais sociais, permitindo que os internautas interagissem com muito mais profundidade com seus amigos.
A partir de agora, os aplicativos podem ser acessados por qualquer pessoa. Não são todos eles que estão disponíveis para a interação na Timeline, mas a partir desta página você pode saber quais são os softwares sociais que podem ser utilizados para quem não quer apenas “Curtir” no Facebook.
por: [ Tecmundo/baixaki ]

08 janeiro 2012

Michel Teló e redes sociais, como esta esse relacionamento?




Entre as milhões de coisas positivas que a internet nos trouxe, uma das mais importantes foi possibilidade de ter contato com as mais variadas opiniões. Ou pelo menos isso sempre pareceu ótimo. Mas ao longo do tempo, essa variedade tem descambado para o excesso, que por sua vez gera superficialidade. O pior, agora, é que estamos na fase de obrigatoriedade de opinião: se você não tem algo a falar do último vídeo de crueldade absurda que aparece no Facebook, você é fraco.


Isso se deve às ferramentas que escolhemos para falarmos com o mundo online. Em 140 caracteres ou um update no Facebook, que será lido por uma geração sem paciência para passar da primeira linha, o que cabe sobre qualquer assunto? Normalmente opiniões extremadas e/ou engraçadinhas. E como todo mundo entra na discussão, você se sente obrigado. O problema é que a curtida em um artigo polêmico ou o retweet de uma piada vira uma discussão sobre os valores culturais de um país. Discussão rasa, com frases curtas, ironias e blocks em quem discorda. Poucas coisas exemplificam melhor essa tendência horrorosa do que o caso Michel Teló.


Sim, Michel Teló. O cara cantou uma música grudenta, bem produzida, que caiu nas graças de gente famosa do mundo todo, de Cristiano Ronaldo a Rafael Nadal. Eu nunca colocaria estachanson em uma playlist minha, mas músicas dançantes, grudentas, que falam de balada sempre foram as que ficaram em primeiro lugar das paradas de qualquer lugar do mundo nos últimos 50 anos. Não há muita novidade aí a não ser o estouro internacional – o vídeo teve 100 milhões de visualizações no Youtube! Se não estivéssemos superconectados, o assunto nunca apareceria em conversas de bar (no tempo que as pessoas conversavam mais ao vivo) dos, digamos, grupos que eu participo. Na era pré-internet, meus amigos roqueiros não sentavam e discutiam Macarena, se ela empobrecia a cultura ou se todo mundo que ouvia era idiota. O raciocínio é simples: se você não gosta, pra quê discutir? Se você gosta, pra que discutir também? Vá dançar, diabos.

Depois do fim de ano, era impossível não ver o Teló na minha timeline


Mas com a internet tudo muda, porque notícias que as pessoas outrora ignorariam se amplificam. E elas estão ali na sua timeline, diabos, como virar a cara? A revista Época saiu com o Mike T (ou pelo menos esse é o apelido que eu quero fazer pegar) na capa. A manchete, sensacionalista como qualquer manchete de revista é, diz que ele “representa nossa cultura”, o que causou revolta em setores do Facebook. “Chico que representa nossa cultura”, bradaram alguns. Outros resolveram superanalisar a letra, uma bobagem por completo, devidamente rebatida pelo Gravataí Merengue.


O mais incrível é que a reportagem da Época era de fato boa. Acompanharam o cara, a sua rotina, conversaram com especialistas de música, antropólogos e sociólogos que sustentaram de maneira bem convincente porque Mike T representa uma parte importante da nossa cultura – não apenas pelo lado “música festiva” que existe desde sempre, mas por trazer um ritmo e estéticaoriginalmente C/D/E repaginado que pode entrar em todas as classes, agora que temos signos comuns, do Twitter às baladas country.


Mas, de novo, na internet só vemos a capa, ou o título de um post, e discutimos em cima disso. E se tuitarmos “acho que a reportagem está correta, mas discordo da escolha de palavras da capa”, ninguém vai ligar. Mas se viermos com algo mais impactante, tipo uma bizarra comparação com os Beatles, teremos dezenas de retweets, alguns unfollows, alguns novos seguidores, amigos de verdade que ficaram profundamente bravos.


E esse tipo de discussão reducionista é tentadora para nossa vaidade – cria-se um círculo vicioso de polemistas do Twitter, com opiniões cada vez mais extremadas e, o que eu acho mais perigoso, uma necessidade de opinião. Lembra do caso Belo Monte? O vídeos dos globais tinha uma ou outra bobagem, mas uma tese razoavelmente sólida. E aí alguns universitários fizeram um vídeo-resposta que também tinha seus méritos (mais técnicos) mas também alguns buracos de argumentação. O embate no Youtube se amplificou nas redes sociais: de repente o povo se viu obrigado a escolher um lado: “ecochatos celebridades” ou “racionais progressistas” (ou pelo menos essa era a simplificação). Cada like no Facebook era um voto, em uma discussão que está muito longe de acabar e é muito mais complexa do que os argumentos apresentados.


Então, amiguinho, cuidado. Discutir assuntos variados é fundamental para qualquer pessoa. Mas correr sem argumentar ou ler, apenas para virar partidário de qualquer ideia e ser mais cool entre um círculo de amigos que você nem conhece na vida real pode ser tentador, mas não nos enriquece de forma alguma. O ambiente bélico de algumas discussões da internet tem, em última instância, empobrecido as opiniões, pela quase necessidade de ser raso — o Meio é a mensagem, como disse McLuhan, e neste caso a mensagem é rápida e sem espaço para críticas. Este meio tem feito todo mundo ficar meio avesso a discordâncias. Hoje há rótulos para os que pensam diferente: quem discorda da gente é instantaneamente troll, quem é de oposição vira golpista-fascista, quem defende a legalização da maconha vira maconheiro vagabundo, e por aí vai.[ GIZMODO ]

18 julho 2011

Post no Facebook salva vida de criança com doença rara nos EUA

Escritora conseguiu levar filho para o hospital a tempo após postar foto da criança no Facebook e receber ligação de amiga.



O Facebook desempenhou uma função nobre no último mês de maio, quando a escritora norte-americana Deborah Copaken Kogan conseguiu salvar a vida de seu filho de 4 anos Leo graças a um post na rede social de Mark Zuckerberg.
Preocupada com a maneira como o filho acordou no Dia das Mães, com febre e o rosto vermelho, Deborah postou uma foto do garoto em seu perfil no site, dizendo que estava no consultório do pediatra, que primeiro diagnosticou o caso como uma infecção. Como noticia o MedicalExpress.com, a situação apenas piorou na manhã seguinte, com o médico então mudando seu diagnóstico.
Após esse episódio, a escritora decidiu postar outra foto do filho no Facebook. Alguns minutos depois, a solução chegava por telefone. A ligação era de sua amiga Stephanie, que disse que seu filho havia sido hospitalizado alguns anos antes com a doença rara de Kawasaki (que pode ser fatal) e afirmou ter certeza de que o menino Leo sofria da mesma enfermidade. Pouco depois, um primo de Deborah, pediatra, ligou dizendo o mesmo.
Deborah então correu com seu filho para o hospital, onde a doença foi confirmada e ele teve de ficar pelas três próximas semanas para tratamento. Segundo a escritora, o menino atualmente se recupera de modo lento e terá de realizar monitoramentos anuais de seu coração.
Apesar de não ser contagiosa, a doença de Kawasaki é muito perigosa, já que afeta principalmente crianças abaixo dos cinco anos e pode afetar as artérias coronárias em volta do coração.
[ IDG NOW! uol ]

Planking mal planejado: mulher tenta tirar foto na cozinha e cai de cara no chão


A internet, além de ser uma importante fonte de informação e ferramenta de comunicação, é um caminho para a disseminação de modas e atividades que ganham milhares de adeptos em pouquíssimo tempo. O planking, ação em que a pessoa tira uma foto com o corpo esticado em locais inusitados, surgiu há pouco tempo e foi motivo de muitas discussões.
Como é possível perceber, o planking pode oferecer riscos à integridade física dos praticantes, por isso é muito importante tomar cuidado e ser cauteloso ao iniciar essa prática. Semana passada, surgiu um vídeo no YouTube com uma tentativa falha dessa modalidade. Confira o tombo na gravação abaixo.
A mulher resolveu, sem sucesso, tirar uma foto apoiada entre a pia e o fogão. Enquanto o fotógrafo se preparava para capturar a cena, a moça puxou a tampa do forno e acabou caindo de cara no chão, levando consigo o fogão.

14 junho 2011

Por que o Facebook está perdendo usuários nos EUA e ganhando no Brasil?

O Facebook perdeu 5 milhões de usuários ativos nos Estados Unidos mês passado, de acordo com um serviço que acompanha o progresso, apesar do forte crescimento em outros países – inclusive no Brasil. Os primeiros a adotar o Facebook finalmente se cansaram da rede social?
A empresa que acompanha e publica o progresso da rede social, Inside Facebook, relatou que os usuários americanos ativos caiu para 149,4 milhões no fim de maio, comparado com os 155.2 milhões no fim de abril, a maior perda em pelo menos um ano. Houve declínio dos usuários também no Reino Unido, Noruega e Rússia, onde o Facebook já estava presente faz um certo tempo, mas houve crescimento em mercados como Brasil e México.
Hoje o Brasil está quase entre os 10 primeiros em número de usuários no Facebook, e cresceu 10% só no último mes, ficando com 19 milhões de usuários. Apesar do crescimento assustador, por aqui a rede social de Mark Zuckerberg ainda está bem longe de alcançar o Orkut. É um dos poucos países do mundo que ainda não se rendeutotalmente à tentação azul-e-branca – mas isso pode ser questão de tempo, se extrapolarmos o gráfico abaixo:
Uma parte dos desertores americanos são apenas universitários que somem do mapa conforme o verão começa, uma outra parte é a reação inevitável de alguns usuários que resolveram testar o Facebook mas decidiram que o odeiam. Os EUA são um mercado bastante saturado para o Facebook afinal de contas. Mas se a rede social quiser atingir o seu objetivo de 1 bilhão de usuários ao redor do mundo, e também continuar crescendo rapidamente para fazer com que os investidores na última etapa ainda fiquem ricos, vai precisar aumentar o seu engajamento. Ah, se houvesse alguma tecnologia invasiva e assustadora que forçasse as pessoas ao redor do mundo a verificar suas contas com mais frequência. Ei, espera, o reconhecimento facial! Agora tudo faz sentido.
[Imagens via Getty, Google TrendsVincosInside Facebook]

31 maio 2011

O Facebook está cada vez mais brasileiro

Se você ainda torce o nariz para a sobriedade azul e branca do Facebook, é hora de rever conceitos: segundo dados recentes, o número de brasileiros cadastrados na rede social do Zuckerberg tem crescido ainda mais vertiginosamente do que o normal. Ao que tudo indica, logo os seus “scraps” ficarão sem resposta enquanto todos os seus amigo brincam de FarmVille e compartilham o novo clipe da Banda Mais Bonita da Cidade.
A pesquisa é da Social Baker, e diz que, apenas neste mês de maio que acaba hoje, o Facebook recebeu praticamente dois milhões de brasileiros (o número exato seria 1.949.700). Isso representa um crescimento de 11,37%, e já coloca o nosso Brasil varonil como o país da América do Sul mais ativo na rede. Só não somos o maior da América Latina porque existe o México – e, você sabem, o México pega essas febres dos EUA por osmose.
Acima você vê e compara os dados da pesquisa, e abaixo eu te convido a dar a sua opinião sobre o Facebook, o Orkut e essa mudança de paradigma na internet brasileira. O Orkut fará falta? Você gosta do Facebook, ou o odeia? Você prefere o Poke ao BuddyPoke? Colheita Feliz ou FarmVille? Se você deixar um comentário bacana, nós vamos Curtir. [Social Baker via Link][ GIZMODO ]

25 maio 2011

Pesquisa: Metade dos usuários do Facebook tem palavrões em seu mural

Levantamento feito por empresa de gestão de reputação em redes sociais aponta que a maior parte das ofensas é escrita por amigos.



Quase metade dos usuários do Facebook têm algum tipo de mensagem obscena em seu mural, revela pesquisa feita por uma empresa americana de preservação de imagem em redes sociais.
De acordo com levantamento feito pela Reppler com base em uma amostra de 30 mil usuários, 47% dos murais contêm algum tipo de insulto ou obscenidade. Destes, 80% receberam pelo menos uma mensagem obscena de um amigo.
"A prevalescência de palavrões nos murais do Facebook é uma questão importante, já que  perfil do usuário é constantemente examinado por possíveis empregadores em processos de seleção", adverte a empresa, em seu blog.
A pesquisa aponta ainda que 56% dos insultos publicados nos murais vêm de amigos. Entre os palavrões mais comuns (na língua inglesa) estão as "começadas com f" e derivações de "sh*t". "B*tch" vem num distante terceiro lugar", afirma a empresa.[ NOW!uol ]

20 maio 2011

Oito "pranchadores" são demitidos por imitarem a brincadeira de Facebook no trabalho

A brincadeira de “pranchar” já causou a morte de um homem na Austrália, e agora oito funcionários da empresa australiana Woolworths foram demitidos por ficarem se equilibrando em carrinhos de compras, máquinas de triturar carne e qualquer outro lugar que eles descobriam que valia a pena ficar deitado.
Primeiro, o gerente assistente foi pego deitado em gôndolas de dois metros de altura. Depois, três empregados foram demitidos após “pranchar” em carrinhos de compras e enviar as fotos para o Facebook. Bem, a estupidez não para por aí, já que dois funcionários que trabalham na parte de carnes foram vistos deitados em uma máquina de torturar carne. Outro deles, na loja de Queensland, também teve que ir ao RH após “pranchar” em algumas caixas de leite.
Não há surpresa nenhuma em ouvir que “pranchar” é contra as regras de segurança e saúde das empresas, e por isso todos eles foram demitidos tão rapidamente. Mas juristas especializados estão dizendo que eles podem vencer uma disputa judicial por demissão injusta. Concordamos que não é a coisa mais inteligente de se fazer — ficar brincando disso, ainda mais no trabalho — mas ser demitido por fazer parte de um jogo besta de Facebook pode mesmo ser algo exagerado. [Daily Telegraph]

18 maio 2011

Empresa brasileira inaugura plataforma de e-commerce para o Facebook

F-Commerce10 Tips For A Successful Facebook StoreEm operação a partir desta quarta-feira (18/5), LikeStore tem por missão permitir que qualquer pessoa ou empresa crie uma loja na rede social.




Uma empresa brasileira, a LikeStore, anuncia nesta quarta-feira (18/5) a criação do que considera o primeiro serviço para e-commerce no Facebook lançado no país.
A missão da LikeStore, segundo a própria empresa, é permitir que qualquer usuário ou empresa possa vender produtos diretamente pelo Facebook. A vantagem da integração com a rede social é que as compras podem ser compartilhadas com amigos, o que por sua vez pode gerar repercussão dentro do ambiente virtual.
Embora afirme ser a primeira plataforma brasileira para criação de lojas virtuais no Facebook, não chega a ser a primeira iniciativa local de venda no Facebook, que abriga pelo menos outras duas lojas brasileiras, como a iPhone King e a FKwear.
O serviço estreia com uma loja ativa: o Show de Ingressos, que tem como um de seus primeiros itens ingressos para o show do cantor Jack Johnson em Recife (PE).
Inicialmente a LikeStore terá sua atuação restrita a "grandes parceiros comerciais", conforme comunicado. Mas a intenção é deixar que qualquer pessoa crie sua loja. Por enquanto, o que essas pessoas podem fazer é criar vitrines em suas páginas de fãs, inserindo imagens e descrições.
A expectativa da LikeStore é realizar, no primeiro ano de atividade, 150 mil transações com um valor médio de tíquete de 120 reais, movimentando 18 milhões de reais. A plataforma de pagamento escolhida foi a MoIP Pagamentos.[ uol ]

17 maio 2011

Facebook deixa suas buscas mais sociais, pena que não no Google



O Google está tentando tornar suas buscas cada vez mais sociais, avisando se links da sua pesquisa foram compartilhados por seus amigos  no Twitter, Buzz… Só falta o Facebook. Pena que Google e Facebook são rivais, então isto não deve acontecer tão cedo. Sabe quem não é rival? Facebook e Microsoft! Então a busca mais social que temos hoje… está no Bing. Olha só como ela funciona bem:
A integração entre Bing e Facebook só estão disponíveis na versão americana do site, que você acessa direto por aqui. Primeiro, você faz login no Bing usando sua conta do Facebook, e dá permissão de acesso ao Bing. Simples e transparente: a conexão entre seu perfil e as buscas não é feita automaticamente, como no Google.
Depois, quando você buscar por um site, os links do site mais compartilhados no Facebook vão aparecer entre os resultados. Este é uma parte do que o Bing chama de QI Coletivo.
Da mesma forma, se amigos seus no Facebook curtiram um link ou site, a busca do Bing vai destacar o resultado. Algo semelhante já existe hoje no Google, mas para outras redes sociais, como o Twitter.
Se você procura por uma cidade, nos resultados aparece quem mora lá. Se você quer conhecer mais sobre Paris, e hoje alguém que você conhece mora lá, o Bing vai avisar você.
A busca social no Bing também tem outros detalhes, como integração com perfis de marcas e empresas – para você ser avisado de promoções quando procurar a empresa no Bing, por exemplo – busca de perfis do Facebook e, claro, resultados personalizados de acordo com seu perfil.
A Microsoft comprou um pedacinho do Facebook há algum tempo, então provavelmente tem prioridade em obter o mapa social criado pela Rede Social. O fato de Facebook e Google serem rivais ajuda também. Ou seja, à medida que o Facebook ganha força, o Google vai ter que trabalhar ainda mais para tornar suas buscas mais sociais. Não criando mais outra rede social – isto já não deu certo – mas em passos pequenos, como o Google +1.
Enquanto isso, acesse neste link o Bing americano para saber como suas buscas podem ficar mais sociais. E aproveite para curtir nossa página do Facebook e nos seguir no Twitter, sim? [Bing Search Blog via Business Insidervia Estadão][ GIZMODO ]

16 maio 2011

Casal israelense batiza filha em homenagem ao Facebook



Buscando homenagear a maior rede social do mundo, casal de Israel batiza filha como Like, o nome em inglês para o botão Curtir.



Facebook


Você gosta muito do Facebook? Se sim, você faz parte da imensa maioria dos usuários da rede social, mas esperamos que não faça parte da imensa minoria inaugurada por um casal de Israel. Lior Adler e Vardit Adler decidiram batizar sua filha como Like, em homenagem ao botão “Curtir”.
Segundo o casal, a palavra “like” é equivalente à palavra “ahava”, que significa amor. Eles também queriam que o nome fosse inédito, para ir muito além de uma simples homenagem ao Facebook. Eles já têm outras duas filhas: Pie (torta, em inglês) e Vash (mel, em hebraico).



Homem morre devido a nova mania do Facebook chamada "pranchar"



Um australiano morreu ontem depois de cair do sétimo andar de um prédio. A polícia atribuiu a queda a um novo fenômeno do Facebook chamado “pranchar” (planking). Basicamente, isto significa deitar com o corpo esticado – como se você fosse uma prancha – em algum lugar inusitado, e postar a foto de você fazendo isso no Facebook. Parecia divertido… até ontem.
Acton Beale, de 20 anos, parece ter perdido o equilíbrio enquanto pranchava. E pronto, não precisou de mais nada pro acidente acontecer. Eu não sei como isto começou, nem porquê, ou qual a ideia que se passa com isto, mas “pranchar” parece ser uma nova mania na Austrália. Os pranchadores tiram fotos em cima de tudo: móveis, ruas, postes, lagos. Eles ficam esticados e duros, de cabeça para baixo, e alguém tira a foto deles fazendo isto, que depois vai para o Facebook. Mas o New York Post informa que a ideia fica perigosa quando os pranchadores se arriscam demais.
As pessoas estão tentando superar umas às outras pranchando em estruturas ou em posições precárias, colocando outros e eles próprios em risco, segundo declaração da Polícia de Queensland, na Austrália. “O potencial para desastres aumenta à medida que mais e mais riscos são tomados para se tirar uma foto mais radical.”
Então isto pode ser chamado de esporte radical? Enfim, tomem cuidado, pranchadores. [New York Post; vídeo via Ten News]

13 maio 2011

Facebook vai avisar aos usuários sobre links suspeitos.

WOT firmou parceria com a rede social e passará a alertar internautas que tentarem acessar sites com código malicioso ou conteúdo inadequado.

A companhia de segurança digital Web of Trust (WOT)anunciou na quinta (12) que, em parceria com oFacebook, protegerá os usuários da rede social contra links duvidosos.
Quando um usuário do portal clicar em um endereço que o leve a uma página com má reputação – segundo a comunidade da WOT – visualizará uma mensagem de alerta, podendo escolher se prefere visitá-la mesmo assim. Usualmente, esses sites possuem códigos maliciosos e conteúdo inapropriado, ou oferecem serviços fraudulentos.
“O Facebook olhará em nossa base de dados a reputação de cada link externo”, disse Vasa Perälä, CEO da companhia. “Se o endereço não for recomendado, o internauta saberá, e poderá buscas mais informações a respeito.
A intenção não é bloquear sites, destacou, mas alertar os membros sobre possíveis riscos. O recurso já foi testado por 1% dos usuários da rede social nos Estados Unidos. A partir desta sexta (13) ficará disponível para todos naquele país. Semana que vem, chega ao resto do mundo.
A comunidade da WOT já denunciou cinco milhões de sites. O serviço garante a confiabilidade da avaliação a partir de análise do comportamento de cada usuário – se ele costuma usar a ferramenta corretamente ou não. A avaliação é feita duas vezes por hora.
Mais de 20 milhões de internautas fazem parte do serviço. A empresa pretende aumentar o número para 50 milhões até o fim deste ano.
(Aino Frilander e Niko Rinta)

Facebook dificulta login com envio de código para celular.

Rede social cria opção para envio de código numérico, via SMS, a usuário que tentar entrar por dispositivos fora da lista de aprovados.

Para ajudar seus milhões de usuários a evitar o acesso não autorizado a suas contas, o Facebook adicionou um passo adicional de verificação em seu processo de login.
O novo recurso de segurança, chamado Login Approvals, tem a forma de uma autenticação de duas etapas, uma além da tradicional digitação de usuário e senha.
Com o Login Approvals, os usuários do Facebook podem agora pedir à empresa para exigir um código numérico, que deverá acompanhar as informações de usuário e senha sempre que alguém tentar efetuar um login a partir de aparelhos que não tenham sido previamente aprovados.
Pelo sistema, o Facebook vai enviar um código numérico em mensagem SMS ao celular que o usuário associou à conta, afirmou a empresa na quinta-feira (12/5), em blog.
Desta forma, uma conta estaria protegida contra acesso não autorizado por alguém que tivesse roubado as informações de usuário e senha.
Da próxima vez que essa pessoa tentar efetuar o login, o usuário legítimo será informado que alguém tentou acessar a conta e será aconselhado a alterar sua senha.
Se um usuário com o Login Approvals ativado tentar acessar a conta de um aparelho desconhecido sem ter o celular em mãos, ele permanecerá sem acesso até que consiga efetuar login de um aparelho aprovado.
Outras tecnologias
O Facebook considera empregar no Login Approvals outras tecnologias além do SMS, mas vai esperar até que essas outras formas de autenticação se tornem mais simples.
“Um desafio na construção de aprovações de login é equilibrar segurança e usabilidade. Recursos semelhantes em outros sites exigem que você baixe apps de autenticação ou compre tokens físicos para atuar como segundo fator. Essas abordagens são boas, e nós pensamos em empregá-las no futuro, mas elas exigem muito do usuário antes que possam ser utilizadas”, escreveu Andrew Song, estagiário de engenharia do Facebook, no blog da empresa.
Informações de usuário e senha são roubadas das pessoas por várias formas, como golpes de phishing, interceptação de comunicações Wi-Fi sem segurança e malwares que capturam digitação.
O recurso Login Approvals pode ser ativado por meio da seção Segurança da Conta, na página de configuração da conta do Facebook, segundo a empresa.
(Juan Carlos Perez)