Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrando postagens com marcador Artigos Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Artigos Tecnologia. Mostrar todas as postagens

07 novembro 2011

O que aconteceu com os netbooks?


 
(Fonte da imagem: Philco)

Quando chegaram ao mercado, os netbooks rapidamente ganharam destaque e figuraram entre os produtos mais desejados pelos consumidores. A promessa de se ter um computador portátil, com configurações básicas e um preço acessível era o maior chamariz para que os “pequenos PCs” vendessem cada vez mais unidades.
Entretanto, apesar dos pontos positivos iniciais, os netbooks acabaram parando no tempo e abrindo espaço para que outros produtos incorporassem as suas funções. Rapidamente, smartphones cada vez mais potentes supriam os recursos oferecidos em um portátil de tela pequena.
A leveza dos tablets, ideais para navegação na internet e leitura, aos poucos foi tornando os netbooks obsoletos a ponto de a sua utilidade ser questionada no mercado. Mas por que isso aconteceu? Ainda há uma esperança de recuperação do fôlego de vendas do formato?

Um choque com a realidade

Embora a promessa de portabilidade e acesso à internet em ambientes Wi-Fi fosse cumprida à risca, era impossível esconder algumas decepções com os netbooks. O tempo de inicialização de um SO ia de encontro com a proposta de agilidade; as configurações limitadas impediam que, de vez em quando, algum aplicativo novo pudesse ser executado.
A tela pequena, na maioria das vezes com tamanhos menores do que 11 polegadas, dificultava a visualização de páginas da web. Com processadores menos eficientes e memória reduzida, travamentos e lentidão no carregamento de softwares estavam entre as principais reclamações dos compradores. Contudo, a portabilidade ainda compensava.

Teclado, pra que te quero?

 
(Fonte da imagem: Samsung)


A primeira investida contra os netbooks partiu dos smartphones. Com processadores cada vez melhores e um grande número de aplicativos, os aparelhos de celular pouco a pouco foram substituindo a necessidade de um computador propriamente dito. Além disso, com a popularização dos SO mobile, cresceu também a quantidade de conteúdo adaptada para o formato de tela dos computadores de bolso.
Mas o golpe mais pesado contra a linha de netbooks foi a introdução dos tablets no mercado. A partir do lançamento do iPad, o que se viu foi uma verdadeira enxurrada de modelos, de todos os tamanhos e preços. De uma hora para outra, a portabilidade deixava de ser um diferencial para os netbooks que, mais pesados e com menos recursos, começavam a despencar significativamente nas vendas.
Outro fator determinante para a insatisfação dos consumidores com relação aos netbooks foi o preço. Desde o seu lançamento, os valores dos netbooks praticamente não sofreram alterações, mantendo-se na faixa entre R$ 800 e R$ 1,2 mil. Já os notebooks, cada vez mais potentes e leves, tiveram queda acentuada de preço graças à forte demanda de mercado. Ou seja, encontrar um ótimo modelo gastando menos de R$ 1,5 mil se tornou quase uma regra.
 
(Fonte da imagem: Positivo / SIM)


Somado a tudo isso, problemas como a velocidade de inicialização e usabilidade deixaram de ser um empecilho para usuários menos experientes. Os tablets são mais intuitivos, dispõem de um maior número de aplicativos e dispensam pré-requisitos para que possam ser utilizados em praticamente qualquer função.
As baterias dos aparelhos também não mostraram muita evolução. Enquanto nos netbooks elas duram no máximo 4 horas, é comum encontrar, mesmo nos modelos mais simples, tablets em que a bateria é capaz de suportar até 10 horas de uso contínuo, um diferencial e tanto para quem gosta de levar seu computador para todos os lados.
A única barreira a ser quebrada é a da necessidade de teclado, que para muitos usuários já é a única razão de carregar um netbook na mala juntamente com um tablet, em vez de dispensar por completo o uso dos portáteis mais tradicionais. Contudo, para quem não se importa com o teclado virtual dos slates, a aposta em um netbook perdeu completamente o sentido.

O novo capítulo: a invasão dos ultrabooks

 (Fonte da imagem: ASUS)

Para quem imagina que o conceito de netbook está obsoleto e eles estão fora do mercado, a nova investida da indústria atende pelo nome de ultrabook. Tratam-se de computadores portáteis, com layout e proposta inspirados nos pequenos PCs, mas com configurações robustas a ponto de deixar muitos notebooks de ponta comendo poeira.
Entretanto, embora conceitualmente sejam promissores, os primeiros modelos lançados nos Estados Unidos ainda esbarram em uma série de problemas. O maior deles está no preço, já que as máquinas com maior capacidade de processamento custam pelo menos US$ 1 mil. Embora mais leves e com tela maior, ainda é difícil para o consumidor diferenciá-los dos tradicionais notebooks.[ Tecmundo/baixaki ]

Quem deve cuidar das mídias sociais nas empresas?


Organizações começam a resolver esse impasse no universo corporativo. O comando pode ser do Marketing, da TI ou de ambos?

“Mudou o jogo na comunicação entre empresas, clientes e governo”, afirmou o diretor-geral da comScore Brasil, Alex Banks, durante o Digital AGE 2.0 2011. As empresas já descobriram que as mídias sociais permitem maior interatividade e comunicação direta com o consumidor. Ao mesmo tempo é um instrumento importante no relacionamento com fornecedores e públlico.
Segundo estudo recentemente divulgado pela empresa de pesquisa GfK, 43% dos brasileiros costumam usar mídias sociais como Orkut, Facebook, Twitter e YouTube. Revelou ainda que 27% dosusuários de redes sociais costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% para recomendá-la. O resultado mostra que, independentemente das políticas das empresas em relação ao meio digital, suas marcas já estão na rede, sendo avaliadas, criticadas ou elogiadas pelo consumidor que tem conta no Facebook ou no Twitter.
A maioria das corporações brasileiras que adota estratégias para o fenômeno das mídias sociais, segue um movimento já em curso no mundo, em que, “cada vez mais as empresas, com a assessoria das agências de marketing, estão trabalhando nas redes sociais para se relacionar com o consumidor”, segundo Alexandre Campos, consultor da consultoria IDC.
Para grande parte das companhias, o que prevalece é a gestão das redes sociais ficar a cargo das áreas de Marketing e Comunicação. E o papel do CIO? Para o diretor de Sistemas de Informação para América Latina da Rhodia, Fernando Birman, a TI oferece condições para que as áreas interessadas desenvolvam projetos relacionados às mídias sociais.
“Isso vale para rede social e qualquer outra iniciativa das unidades de negócios. Na Rhodia, é o negócio que ‘puxa’ os projetos. Eu entro como facilitador e incentivador da inovação”, diz Birman. Outro papel importante do CIO, segundo o executivo, é o de prospectar tendências.
Além disso, segundo a opinião de Birman, o setor de TI tem também a vantagem de orientar as outras que estão na linha de frente de relacionamento com as mídias sociais. “Uma empresa como a Rhodia, por exemplo, tem um conjunto de regras. Há políticas de comunicação, comportamento e informática. E mídia social uniu várias disciplinas. Na nossa área, a orientação em relação às boas práticas de informática ajuda”, diz.
O executivo esteve envolvido no projeto da empresa para redes sociais, cujo objetivo foi melhorar a aproximação com o consumidor final e dar mais visibilidade à Global Business Units Fibras (GBU), unidade produtora de fibras à base de poliamida usadas na confecção de roupas.
Embora a GBU não se relacione diretamente com o consumidor final, a unidade colocou a marca Rhodia nas mídias sociais para falar com comunidades que, de alguma forma, estão ligadas ao mundo da moda.
“A relação B2B pressupõe um número muito menor de interlocutores em comparação com uma companhia de B2C, que pode ter milhares, centenas de milhares de clientes. Isso leva às empresas que estão em determinada posição na cadeia produtiva a serem mais conservadoras em relação à comunicação e acabam não percebendo valor nas mídias sociais”, explica a gerente de Marketing da Rhodia Fibras, Elizabeth Haidar. Segundo ela, na Rhodia em determinados setores a aposta em redes sociais pode não ter sentido, não agregando valor.[ IDG NOW! uol ]

27 junho 2011

Site revela lista de 10 marcas que devem desaparecer em 2012


O site 24/7 Wall St. revelou na última sexta-feira (24 de junho) uma lista de 10 empresas ou marcas que devem desaparecer completamente em 2012. Entre os nomes de destaque que figuram na seleção estão a Sony Pictures, Sony Ericsson, Nokia, MySpace e a rede de lojas norte-americana Sears.
A lista faz parte de uma tradição do site, que todo ano publica uma seleção de nomes que tem tudo para desaparecer em breve. Em 2010, a lista foi bem sucedida ao prever o fim da T-Mobile, comprada pela operadora AT & T por US$ 39 bilhões. Outra aposta bem-sucedida foi o desaparecimento da Blockbuster, que abriu falência e, em abril de 2011, foi adquirida pela Dish Network.
Porém, as previsões feitas pelo site nem sempre se realizam: entre os nomes que figuravam na lista do ano passado e permanecem ativos estão a Kia, Moody’s, BP e a loja de joias Zale. Confira abaixo os selecionados em 2011 e os motivos pelos quais eles podem desaparecer em 2012.

1) Sony Pictures Entertainment

 
(Fonte da imagem: 24/7 Wall St.)

Segundo o 24/7 St, o estúdio de cinema controlado pela gigante japonesa deve desaparecer como um reflexo da crise pela qual a empresa passa. Além de a receita da empresa ter caído 15% no último ano fiscal, com lucros operacionais 10% menores no período, a Sony sofre com a competição acirrada em suas principais áreas de atuação.
Além de as vendas de consoles serem prejudicadas pelos produtos da Nintendo e da Microsoft, a japonesa vê cada vez mais consumidores de eletrônicos preferirem os produtos da Apple. O site afirma que a única maneira de o CEO Howard Stringer conseguir recuperar as perdas da companhia e aumentar o valor das ações é através da venda de uma operação de sucesso – no caso, seus estúdios de cinema.
As previsões do site parecem exageradas, ainda mais quando se leva em conta que o Sony Pictures detém franquias de sucesso como as séries Homem-Aranha, Caça-Fantasmas e Homens de Preto. Além disso, o anúncio de aparelhos como o Vita e os tablets S1 e S2 mostram que a companhia pode não estar tão desesperada quanto os analistas de mercado dão a entender.

2) A & W


A rede de restaurantes A & W All American Food foi fundada em 1919, e se notabilizou por ser uma das primeiras a investir no formato “drive in”. Os motivos pelos quais a rede deve desaparecer em breve é seu tamanho reduzido, possuindo somente 639 lojas espalhadas pelo mundo – número pode expressivo comparado ao Subway, por exemplo, rede que possui mais de 35 mil unidades.
A Yum! Brands, dona da A &W, colocou a rede de lojas à venda em janeiro de 2011, porém até o momento não surgiu nenhum comprador interessado em adquiri-la. Para a companhia, é mais lucrativo investir nos restaurante Kentucky Fried Chicken (também de sua propriedade) do que investir em um negócio que não possui força o suficiente para competir com os grandes nomes do mercado.

3) Saab


 
(Fonte da imagem: 24/7 Wall St.)

Criada em 1949 pela companhia sueca Svenska Aeroplan, o Saab deve desaparecer devido à falta de visibilidade global da marca. Após a marca ser abandonada pela General Motors em 2008, os direitos sobre o nome do automóvel passaram à fabricante Spyker, que atualmente sofre com as baixas vendas da marca – somente 32 mil Saabs foram vendidos em 2010.
O baixo potencial de vendas da marca, que fica abaixo dos 50 mil automóveis vendidos globalmente, é o principal responsável pelo qual o Saab deve sumir de vez em 2012.

4) American Apparel


A loja de roupas American Apparel deve desaparecer devido à queda nos lucros obtidos pela companhia nos últimos anos. Embora tenha presenciado um grande crescimento entre 2003 e 2008, desde então a empresa vem testemunhando perdas operacionais na ordem dos 8% por ano – situação que se complicou ainda mais devido ao aumento no preço do algodão.
Apesar de vender parte de suas ações para o empresário canadense Michael Serruya e para o Delavaco Capital, a empresa não possui um nome expressivo para se expandir além dos Estados Unidos. A falta de financiamento e a incapacidade de competir com outras lojas grandes devem sers o principais responsáveis pelo fim da American Apparel – isso sem contar com os processos de assédio sexual enfrentados pelo CEO da companhia, Dov Charney.

5) Sears


 
(Fonte da imagem: 24/7 Wall St.)

A Sears Holdings, dona das redes Kmart e Sears, enfrenta perdas
constantes nos últimos anos – de 2006 para cá, houve uma queda de 55% no valor das ações da empresa. Devido a isso, a companhia em breve deve se livrar de um de seus nomes de peso, que competem entre si no mesmo mercado.
Como o Kmart está em uma situação melhor que a Sears, tudo indica que esta será escolhida pela empresa para ser eliminada. Ao unir as duas companhias sob um único nome, a Sears Holding deve ter uma queda nos custos operacionais, o que vai permitir encarar de frente concorrentes como o Wallmart e a rede Target.

6) Sony Ericsson


Segundo o 24/7 Wall St., a incapacidade da companhia em emplacar aparelhos no mercado de smartphones deve ser o responsável pelo fim da marca em 2012. Em 2008, a empresa vendeu 97 milhões de unidades de seus aparelhos, número que caiu para somente 43 milhões em 2010.
 
(Fonte da imagem: Sony Ericsson)

A popularidade crescente do iPhone e a competição com marcas como a HTC e Research In Motion fazem com que todas as previsões de vendas futuras da Sony Ericsson sejam negativas. Rumores indicam que a Sony pode estar pronta para adquirir os direitos sobre a marca, renomeando os aparelhos exclusivamente com seu nome em uma tentativa de aproximar os aparelhos a nomes fortes como o Playstation 3 os computadores da linha VAIO.

7) Corn Pops da Kellogs


Uma mudança na dieta dos Estados Unidos é o principal motivo pelo qual o Corn Pops deve desaparecer das prateleiras do país. No ano fiscal de 2010, a marca teve uma queda de 18% nas vendas, situação que deve piorar com o aumento no preço do milho, principal matéria-prima utilizada na produção do cereal.
A presença de grandes quantidades de gordura saturada e de BHT, produto usado em fluídos de embalsamento, também devem afastar os consumidores, devido à crescente preocupação demonstrada em relação a alimentos industrializados prejudiciais à saúde.

8) MySpace


Aquela que entre 2006 e 2008 foi considerada a maior rede social do mundo está praticamente encerrada. Atualmente, somente 20 milhões de usuários acessam o site em uma base mensal – nada comparado aos mais de 700 milhões de usuários que o Facebook possui atualmente.
 
(Fonte da imagem: MySpace)

A News Corp, detentora da marca, anunciou em fevereiro a venda do MySpace, porém, até o momento, não houve nenhuma informação concreta sobre algum comprador interessado. Caso a situação permaneça a mesma, a empresa já anunciou que vai simplesmente encerrar as atividades da rede social, cujo custo de manutenção atualmente não é mais viável.

9) Soap Opera Digest


O fim da revista especializada em novelas se deve a dois fatos. O primeiro deles é a redução no número de produções do tipo, que estão sendo substituídas por programas de auditório, que se mostram mais baratos de produzir.
O segundo é o aumento de oferta de sites gratuitos na internet, capazes de oferecer as mesmas informações com uma velocidade muito maior. Com uma base de assinantes que diminui a cada ano, tudo indica que a revista deve chegar ao fim nos próximos meses.

10) Nokia


 (Fonte da imagem: Nokia)

Segundo o 24/7 Wall St., são grandes as chances de que a Nokia venha a desaparecer em 2012 devido à sua pequena participação no mercado de smartphones. Embora a companhia ainda detenha 25% do mercado mundial de telefonia celular, o site prediz que outras empresas podem estar prestes a investir na compra da gigante finlandesa, que atualmente teria valor de mercado próximo aos US$ 22 bilhões.
Entre os compradores em potencial estão a HTC e a Microsoft, que atualmente se tornou a principal parceira da Nokia ao providenciar o software utilizado nos próximos smartphones da companhia. Além delas, a Samsung e a LG também estariam prontas para fazer uma oferta e, assim, chegar ao primeiro lugar no ranking das maiores fabricantes de celulares do mundo.
É preciso notar que o fim da Nokia está cercado de suposições que tem grandes chances de não serem confirmadas. Apesar de a empresa ter sofrido quedas em sua participação de mercado nos últimos anos, aparelhos com o sistema operacional Symbian ainda possuem o domínio de mercados emergentes importantes, como a Índia.
Além disso, ainda é muito cedo para dizer se a parceira com a Microsoft e o sistema operacional Windows Phone 7 renderá os resultados esperados. Com isso, o fim da Nokia não é impossível, mas parece ser a aposta mais improvável feita pelo 24/7 Wall St. em 2011.
[ Tecmundo/baixaki ]

10 junho 2011

Grupo hacker vaza lista com milhares de senhas de sites pornôs

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

Primeira usina elétrica híbrida vai combinar energia solar, eólica e gás natural

Uma nova usina elétrica a ser construída na Turquia vai combinar uma turbina tradicional a vapor, movida a gás natural, com energia térmica solar e eólica, de acordo com a GE. É um avanço para integrar fontes renováveis de energia na rede elétrica tradicional, usando vapor e espelhos.
O componente solar é um campo de espelhos que seguem o Sol, e que concentram a luz solar em uma torre para produzir vapor, que será alimentado à turbina de vapor para aumentar a produção de enrgia da usina elétrica.
A usina vai produzir 522 megawatts no total, 450 dos quais vindo da usina de gás natural, então ela não é exatamente verde. Mas a vantagem real pode estar na facilidade em acrescentar o vento e o sol à rede elétrica. Em vez de placas solares isoladas, ou parques eólicos gigantescos e distantes, as fontes renováveis estão sendo adicionadas a uma usina elétrica tradicional. Os sistemas diferentes podem compartilhar de um mesmo centro de controle, assim como de conexões à rede elétrica, o que pode tornar mais barato e mais fácil integrá-los à rede. A GE diz que consegue reduzir o custo de um sistema térmico solar pela metade, de acordo com o Technology Review.
O componente do gás natural também reduz os problemas de variabilidade inerentes na energia eólica. Quando não houver vento, o gás natural vai gerar vapor para girar as turbinas.
A tecnologia térmica solar vem de uma empresa pequena chamada eSolar, que usa milhares de pequenos espelhos pré-fabricados, chamados heliostatos, para refletir a luz do Sol para um repector, que usa o calor para gerar vapor. Algoritmos monitoram e concentram os raios do Sol, de acordo com um comunicado à imprensa da GE.
A turbina de gás tem um design novo, revelado pela GE no mês passado, e a empresa diz que a usina será 69% eficiente, mais que o dobro da eficiência de outras usinas a gás natural. A tecnologia foi criada para países que usam eletricidade a 50Hz, segundo o Technology Review – o Brasil usa 60Hz, então não está claro se esta tecnologia funcionaria por aqui.
A GE deve começar as obras ainda este ano, e a usina deve começar a operar em 2015, segundo a empresa. [Technology Review]

Skol Sensation promove publicidade com música na capa da Playboy




Edição deste mês da revista será acompanhada de dispositivo e fone de ouvido, para que o leitor ouça trilha sonora da festa.



Skol Sensation é um evento musical que tem tomado o espaço publicitário de diversos tipos de mídias. A ação mais arrojada da campanha de divulgação da festa será descoberta na capa da Playboy, famosa revista de conteúdo adulto.
A edição deste mês da revista, que terá na capa a ex-BBB Maria, será acompanhada de um dispositivo com uma parte da trilha sonora que será executada no festival de música eletrônica e um fone de ouvido. Basta o leitor conectar o fone e pressionar o botão “Play” para ouvir as canções.
Este ano, o Skol Sensation tem como temática os Mistérios de Wonderland. O evento acontecerá no dia 18 de junho, em São Paulo. Vale lembrar que a entrada é restrita para maiores de 18 anos. Para mais informações, clique aqui e acesse o site da festa.[ Tecmundo/baixaki ]

08 junho 2011

Estudantes sacaneiam escola (e o Google Earth) desenhando pênis gigantes no gramado

A sacanagem mais absurda que já fizeram no meu colégio parece fichinha agora. Alguns maloqueiros da Nova Zelândia apararam o gramado no formato de vários pênis gigantes dentro da propriedade da escola — e agora a internet eternizou o ato.
A manobra foi descoberta por um senhor que calmamente navegava em seu bairro no Google Earth e, de repente, deu de cara com um monte de pênis desenhados e vistos do espaço. Chocante!
A história basicamente resume o microcosmo da internet: pênis, pegadinhas, Google e, sei lá, Nova Zelândia.
Ah, e o nome do diretor do colégio é Gerhard van Dyk. Só para não deixar passar. [Stuff.co.nz via Daily What]

03 junho 2011

Tela touchscreen dos cinemas viram realidade.


Dom Baker, líder de criação da Wunderman, demonstrou para o site Electricpig a tela sensível ao toque que reproduz os efeitos de sensibilidade e manipulação de imagens ou vídeos presentes na produção cinematográfica “Minority Report”. O display foi exibido na apresentação do novo modelo do Focus, durante o evento Ford’s Start More Live. Confira a novidade em ação no vídeo abaixo.


O filme “Minority Report”, dirigido por Steven Spielberg e lançado em 2002, exibiu dezenas de tecnologias que poderiam virar realidade até 2054 – ano em que a história do longa-metragem acontece. A tela sensível ao toque que reage aos movimentos do usuário é uma das grandes atrações da filmagem, proporcionando cenas emblemáticas do personagem de Tom Cruise acessando informações de maneira ágil e intuitiva.
Telas que permitem a manipulação de recursos por meio de toques não são mais novidade – gadgets com tal funcionalidade não faltam no mercado. Todavia, nenhum havia reproduzido a tecnologia do filme distribuído pela 20th Century Fox com tanta similaridade como o monitor criado para o evento da Ford.
Conforme se pode verificar no vídeo divulgado, a tela responde perfeitamente aos movimentos para a ampliação, rotação e execução das gravações. Questionado sobre o valor com que a tecnologia chegaria aos consumidores, Baker não soube afirmar o custo real. Mas ele estima que a tela deverá custar cerca de 3,5 mil libras – equivalente a 9,1 mil reais sem o cálculo de impostos.[ Tecmundo/baixaki ]

01 junho 2011

Idosos se oferecem para limpar radiação de usina nuclear no Japão

Mas que sacrifício inspirador – de elogios, ao menos. Um grupo de idosos japoneses está pedindo permissão para limpar a estação contaminada da usina nuclear de Fukushima.
A Unidade de Veteranos Qualificados, um grupo de mais de 200 aposentados com experiência em engenharia e outras profissões, se dispôs a substituir pessoas mais jovens que estão se expondo a altos níveis de radiação. O grupo acredita que tem menos de 20 anos para viver, e estarão mortos antes que apareça qualquer câncer induzido pela radiação. A história já é diferente para os jovens que lutaram nessa zona de guerra por três meses, desde o tsunami e terremoto de março, e que têm maior risco de desenvolver câncer quando ficarem mais velhos.
E os idosos não acreditam serem kamikazes por se disporem a tanto: “Eles iam para morrer. Mas nós vamos voltar.” Tudo o que está impedindo estes pensionistas de colocarem trajes de proteção nuclear é o governo japonês, que infelizmente coloca burocracia no meio. [BBC][ GIZMODO ]

Microsoft cria mesa touchscreen com Windows 7 para DJ



Emulator roda o primeiro software multitouch nativo para Windows 7.




A Microsoft apresentou nesta semana a primeira mesa para DJs com interface touchscreen. O equipamento foi batizado de Emulator e tem como sistema operacional o Windows 7. A interface é completamente adaptada para os músicos e contempla uma série de tecnologias de mixagem de som.
No total, o Emulator apresenta mais de 200 botões de Midi, controles deslizantes para mixagem de faixas e filtros e outros efeitos sonoros. O software é ainda o primeiro com multitouch nativo disponível para o SO da Microsoft.
Podendo ser transformado em um tablet ou em um grande sistema de projeção, o Emulator é capaz de projetar luzes na mesa a partir de sua parte traseira. A tela, transparente e luminosa, permite que o público veja as ações do DJ enquanto ele manipula o equipamento.
O equipamento será apresentado ao público durante o Festival Internacional de Mutek, na cidade de Montreal, no Canadá, entre os dias 1º e 5 de junho.
[ Tecmundo/baixaki ]

Robô resolve cubo mágico em 10,18 segundos

Apesar da agilidade, dispositivo ainda não consegue quebrar o recorde dos humanos, que é de 6,24 segundos.




Um grupo de estudantes da Universidade de Tecnologia de Swinburne criou um robô realmente rápido, capaz de resolver um cubo mágico (ou cubo de Rubik) em apenas 10,18 segundos. Esse tempo inclui também a análise das cores.
Para conseguir essa resolução, o robô escaneia o cubo mágico com uma webcam, enviando os dados para que o software processe as imagens e chegue ao resultado final mais rápido. A seguir, as mãos robóticas rapidamente entram em ação, finalizando o processo.
Com isso, o robô de Swinburne passa a ser o mais rápido do gênero, tornando-se o mais rápido do mundo a solucionar e executar o processo. O recorde anterior era de 18,2 segundos, afirma a Universidade.


Entretanto, esse inteligente gadget ainda não é capaz de bater o recorde de Feliks Zemdegs, de 16 anos. O australiano consegue resolver o cubo mágico em 6,24 segundos, um recorde que ninguém conseguiu bater, seja homem, máquina, Deep Blue ou Kasparov.[ Tecmundo/baixaki ]

Camara-e.net pede ajuda à OAB para combater dupla cobrança de ICMS

Entidade entrou com ações de inconstitucionalidade contra três estados por cobrar ICMS em produtos vendidos por lojas virtuais de outros estados.

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), entidade que representa grandes varejistas de e-commerce  do país, fará nesta semana um pedido formal à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para que estenda às suas representações estaduais a iniciativa de contestar a prática de bitributação no comércio de bens pela Internet.
Durante o mês de maio, a OAB propôs três Ações Diretas de Inconstitucionalidade contra Roraima, Mato Grosso e Ceará. Os três estados regulamentaram a incidência de ICMS em bens de consumo que entram em suas divisas e foram adquiridos em sites de comércio eletrônico. Outros estados vêm cobrando ICMS para os produtos que chegam a seus moradores mesmo sem regulamentação específica, utilizando-se de interpretações da legislação vigente, alerta a camara-e.net.
“Queremos que a Constituição seja seguida”, afirmou o advogado e coordenador do comitê jurídico da camara-e.net, Leonardo Palhares. “O Protocolo 21 estabelece uma nova regra que faz com que alguns estados consideram uma forma de cobrança e outros estados, outra. Espera-se que haja uma regra única aplicada ao país inteiro.”
Direito de exigir
Apresentado no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e publicado em 7 de abril, o Protocolo 21 estabelece que os estados que aderiram a ele devem exigir a parcela do ICMS sobre “operações interestaduais em que o consumidor final adquire mercadoria ou bem de forma não presencial por meio de Internet, telemarketing ou showroom”.
O documento foi assinado inicialmente por 17 estados (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Sergipe) e o Distrito Federal. Mais tarde, no fim de abril, Mato Grosso do Sul aderiu à lista. No mapa abaixo, produzido pela camara-e.net, os estados em verde escuro são os que já regulamentaram a cobrança.
internet-icms-mapa-300
Nos estados que não assinaram o protocolo (em branco, no mapa), contudo, a tributação ocorre como previsto pela legislação - o ICMS é cobrado integralmente na origem, sem repasse ao estado de destino da mercadoria. Isso faz com que um produto que sai de um centro de distribuição de São Paulo ou do Rio de Janeiro seja novamente tributado ao chegar, por exemplo, à Bahia, o que caracterizaria bitributação.
Constituição
Em comunicado, a camara-e.net afirma que os termos do Protocolo 21 “desrespeitam frontalmente a Constituição, já que, se cumprido integralmente, caracterizará bitributação para as vendas, já que o imposto será cobrado integralmente onde for emitida a nota fiscal e de forma dividida nos estados citados”. Os 18 estados que assinaram o Protocolo 21 representam 25% do volume total de pedidos processados pelos varejistas associados da camara-e.net – em 2010, as empresas representadas pela entidade processaram mais de 40 milhões de pedidos.
“Os estados que assinaram o Protocolo 21 querem que uma parcela do ICMS seja recolhida no destino. Até aí, é uma discussão a ser travada. Mas, nessa guerra fiscal entre estados, os varejistas do e-commerce são colocados num fogo cruzado. Esta é uma discussão política entre unidades da federação”, argumenta Palhares.
Em Rondônia, por exemplo, a regulamentação da partilha de ICMS prevista pelo Protocolo 21 veio com o Decreto 15.846/2011, de 19/4/2011. O texto determina que mercadorias provenientes do Sul e do Sudeste (exceto Espírito Santo) sejam tributadas em 7%, enquanto bens procedentes do Norte, Nordeste e Centro-Oeste e do estado do Espírito Santo recolham 12%.
Em Mato Grosso, a regulamentação foi feita pelo Decreto 312/2011, de 11 de maio, e determina o recolhimento de ICMS sobre bens enviados por empresa de outro estado e "cuja aquisição ocorrer a distância ou de forma não presencial no estabelecimento do remetente". As taxas são as mesmas das de Rondônia - ambos seguem as alíquotas propostas pelo Protocolo 21.
Duas saídas
Atualmente, segundo a camara-e.net, os lojistas virtuais têm duas saídas: ou recolhem o imposto em duplicidade (nos estados que o exigem), ou tentam medidas judiciais em caráter liminar. Esse foi, por exemplo, o caminho trilhado pela B2W, controladora das lojas Submarino, Americanas e Shoptime, segundo informou a Folha de S.Paulo no início de maio – a empresa afirmou não comentar processos judiciais em andamento.
Por enquanto, para o consumidor nada muda, explica Palhares, da camara-e.net. “O preço do produto [nas lojas virtuais] é o mesmo, independentemente do estado no qual o consumidor está. Só muda o frete. Em tese, essa guerra não terá impacto no preço das mercadorias”, afirma. O advogado admite, contudo, que o problema começa a se tornar crítico em estados como Bahia, Piauí, Mato Grosso, Ceará e Goiás.
O coordenador jurídico da camara-e.net admite que, até agora, essa discussão ainda não saiu do âmbito do Confaz, mas isso deverá mudar. “Só resta partir para o Judiciário”, afirma. “Esta é uma questão mais do poder Executivo, que envolve o Ministério da Fazenda e as Secretarias da Fazenda estaduais. No curto prazo, prevejo uma enxurrada de ações de todas as operadoras de e-commerce em busca de decisões liminares que as livrem da bitributação e as permitam funcionar. Mas é necessária uma movimentação política para resolver o problema e não prejudicar o consumidor.
[ IDG NOW! uol ]”

31 maio 2011

Por que a bateria do seu celular é uma droga?



Com o avanço dos aparelhos e o aumento da demanda energética, surge uma nova batalha: Fazer com que a bateria do celular dure até o fim do dia.

Se o seu novo e impressionante smartphone tem alguma esperança de durar mais de um dia com uma carga, será preciso mais energia do que uma típica bateria de íon pode fornecer.
Antes, você podia esquecer o carregador de seu telefone em casa, passar um feriado fora, e – desde que você não jogasse muito “Tetris” ou “Snake” – ainda voltar para casa com bateria o suficiente para ligar para um táxi.
Hoje, no entanto, estamos “casados” com nossos carregadores, e encaramos com raiva as pessoas que ocupam por muito tempo tomadas de cafeterias ou aeroportos, por exemplo. Mudar para as redes 4G super-rápidas, como muitos smartphones farão em 2011, vai apenas aumentar esse problemas. E estudos já indicam que os aparelhos 4G tendem a possuir uma vida útil de bateria pífia. 
Na verdade, as necessidades energéticas da tecnologia dos dispositivos móveis estão crescendo duas vezes mais rápido do que as taxas de capacidade de bateria, de acordo com um executivo da Verizon. Porém, alcançar essas demandas não será fácil ou rápido para a indústria de baterias, e essa dificuldade contínua pode desencorajar a adoção de aparelhos 4G pelo público em geral.
Infelizmente, o problema não é uma simples questão de que as pesquisas em relação às baterias móveis estão desacelerando. Isso se estende à natureza química das baterias, a forma como pesquisa e desenvolvimento são financiados no mercado global de tecnologia móvel, além das diversas demandas que os usuários possuem em relação aos celulares e tablets.
Traídos pela Química
As tecnologias de baterias e de smartphones estão em dois estágios muito diferentes em seus ciclos de vida. “Ao contrário dos smartphones, a tecnologia de bateria têm evoluído há um século, e está muito mais à frente na curva de desenvolvimento, o que significa que melhorias nessa área, apesar de estáveis, não acontecem mais a velocidades impressionantes como tecnologias mais jovens, como smartphones”, explica o executivo da fabricante HTC, Keith Nowak.
No entanto, à parte pequenos avanços na eficiência eletrólito-sólida, baterias de polímero de íon de lítio para produtos tecnológicos portáteis não mudaram drasticamente em mais de 15 anos. Quase todas as baterias que alimentam grande parte dos smartphones atuais e tablets funcionam com algumas variantes do polímero de íon de lítio.
Esse modelo foi desenvolvido comercialmente em 1996, produto da busca dos fabricantes por uma fonte de energia mais confiável para dispositivos móveis, Antes disso, celulares utilizavam baterias de íon de lítion com eletrólitos líquidos, o que as tornavam volumosas e relativamente instáveis. Nos dias de hoje, os pesquisadores de bateriam continuam a aumentar a capacidade dessas baterias.
Como a energia da bateria é originada da transferência de elétrons de carga elétrica entre um ânodo e um cátodo, os pesquisadores focam primeiramente em otimizar essa multidão de pequenas trocas. “Muitas reações químicas podem durar uma vida inteira dependendo apenas de si mesmas, e os cientistas de baterias tentam controlar isso” relatou Irving Echavarria, do Gold Peak Industries, empresa que fabrica todos os tipos de baterias.
Echavarria estima que 80% dos processos que ocorrem na bateria podem ser aproveitados com precisão; e quão menor for a janela de reações químicas erradas, mais eficiente será a bateria. Os fabricantes continuam a alcançar ganhos de capacidade ao chegar cada vez mais perto desse limite de eficiência de 80%.
Mas avanços significativos na eficiência não estão acompanhando a crescente demanda energética dos smartphones e de outros aparelhos. Frustrados pelos limites físicos e químicos das baterias, os desenvolvedores que querem aproveitar por mais tempo a bateria dos aparelhos precisam ou adicionar materiais inativos na bateria ao tornar as partes não utilizadas da mesma menores (uma técnica que já se esgotou) ou sair do íon de lítio e mudar para um material que ainda não foi completamente pesquisado
Venkat Srinivasan, um pesquisador de tecnologia de bateria na Universidade de Berkeley, na Califórnia (EUA), nota que “a física que dita a evolução das baterias é diferente da física que dita a evolução dos eletrônicos de smartphones.” Parece que as baterias estão condenadas a ficarem para trás do vagão do trem até que seja feita uma descoberta incrível com um material melhor.
Novas ideias chegando... Devagar
Pequenos sinais de inovação são visíveis quando se trata da vida útil da bateria. As perguntas que ainda não foram respondidas são o quão rápidas elas irão surgir e se a tecnologia em questão será acessível para atender ao mundo inteiro.
Os estudos de lítio-íon continuam nos laboratórios de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento)  de muitos fabricantes, e laboratórios universitários de diversos locais já gastaram horas incontáveis estudando as possibilidades do grafeno,  uma folha de átomos de carbono encontrado no grafite, que tem potencial de armazenar e transmitir energia (apesar do fato de que a utilização de grafeno para baterias direcionadas para o consumidor final ainda esteja muito distante).
No entanto, o governo americano (entre outras nações) não fornece praticamente nenhum capital para pesquisas de baterias para consumidores, investindo, na verdade, em estudos para baterias voltadas para veículos e usos militares.

Não culpe só a bateria
Desenvolver um dispositivo móvel não se resume mais em colocar todos os esforços no design na interface do usuário e no poder de processamento; trata-se de fazer todas essas coisas gastando o mínimo de energia possível. Em determinado momento, o desejo dos consumidores por planos de dados maiores e capacidades monstruosas de multitarefa serão superadas pela simples necessidade de um aparelho que permaneça funcionando por um dia inteiro.

As telas dos smartphones estão ficando cada vez maiores e suportando resoluções cada vez mais altas, duas coisas que drenam demais a carga. Diminuir o brilho da tela pode ajudar a conseguir uns minutos extras, entretanto é pouco provável que a Apple, HTC, Motorola e outras fabricantes importantes  diminuam a tela de seus dispositivos tão cedo.
Mesmo assim, algumas companhias (como a Samsung e a LG) estão focando no desenvolvimento de novas telas que não possuem regulação de brilho, porém utilizam menos energia.

Outro fator importante que acaba com a energia do celular está relacionado com a crescente complexidade dos apps, que necessitam de cada vez mais capacidade de processamento. A maioria dos smartphones contém frequências  Bluetooth, Wi-Fi e GPS, e em muitos casos estes três componentes operam simultaneamente. O GPS, em particular, é um notório assassino de bateria: é possível enxergar a barra de energia encolhendo ao executar o aplicativo de navegação.
Os dispositivos mais novos têm um chipset de frequência 4G, o qual requer muito mais poder de processamento para interpretar quantidades muito maiores de dados codificados no espectro LTE sem fio. No topo de tudo isso, novos celulares 4G possuem dois conjuntos de chips diferentes, um para se conectar com o espectro 4G e outro para fazer contato com a antiga rede 3G da operadora. Como resultado, o usuário pode contar com um único dia de bateria, isso se estiver com sorte.

Uma consequência dessa decolagem do consumo de energia é que os fabricantes de processadores para dispositivos móveis estão sendo muito pressionados para produzir chips mais eficientes para smartphones. James Bruce, executivo da ARM, que desenvolve e licencia produtos para praticamente todos os dispositivos no mundo, explicou que o hardware de um celular é muito mais eficiente hoje no quesito bateria do que quando os dispositivos duravam mais tempo ligados. Todavia, “a diferença entre um Nokia comum e um smartphone hoje é que não havia muito o que fazer para manter os usuários utilizando os aparelhos o dia todo”, explicou.

Núcleos duplos vêm para ajudar
Os processadores dual-core (feitos pela ARM) que foram mostrados em alguns smartphones este ano (como o HTC Droid Bionic e o Motorola Atrix 4G) podem oferecer alguma esperança. De acordo com Bruce, celulares “dual-core” podem delegar tarefas simples para um núcleo, enquanto direcionam outras mais complexas (e que consomem mais energia) para o outro.
O executivo da ARM explicou que, se o dispositivo está  executando apenas tarefas simples - como enviar mensagens de texto ou fazendo contas na calculadora - em um único núcleo, o outro pode baixar sua potência, economizando a bateria.
No começo de maio, uma companhia chamada Adapteva anunciou o microprocessador “Epiphany”, que deve aparecer nos smartphones e tablets juntamente com os chips ARM de dois núcleos. O novo processador  da Adapteva pode acomodar até 64 núcleos em um chip de celular; enquanto que inserir um chip com essa quantidade de núcleos parece o oposto de uma medida para economizar bateria.
Andreas Olofsson, CEO e fundador da companhia, afirmou que a maioria dos aparelhos de hoje rodam uma versão em escala menor e com menos consumo de energia de um processador de um desktop para se conectar à Internet, executar jogos e tocar música.
O Epiphany, por outro lado, é um chip otimizado para funcionar em partes específicas dos comandos gerais em conjunto com a CPU do dispositivo (que é responsável por todo o processamento do celular). O processador pode simplificar as tarefas offline do aparelho para deixar gestos e reconhecimento fácil mais rápidos, por exemplo. Olfsson diz que esse design poderia “colocar a força de um laptop em um smartphone”

É culpa dos Apps também
Aplicativos são os culpados finais entre os vampiros de baterias. O uso de energia de um app é uma das coisas que a Apple examina ao decidir se ele será aprovado para venda na App Store. “Ela não permitiria que o usuário arruinasse a vida útil da bateria intencionalmente, como se estivesse rodando um jogo que não requer GPS, eles rejeitariam o App se ele estivesse enviando sinais de GPS a cada 10 segundos” aponta Cameron Vanga, desenvolvedor do app 9magnets para iPhone.
Apesar do fato de que o mercado de aplicativos para Android pode abrir um grande número de aplicativos assassinos de bateria em potencial, desenvolvedores mais estabelecidos no mercado geralmente fazem um esforço para não utilizar mais força do que seria necessário para fazer com o que o app funcione propriamente, com medo de receber avaliações baixas ou de que os usuários apaguem a aplicação. “A maioria dos usuários é boa ao correlacionar quais apps estão acabando com sua carga” disse Vanga.
Grande parte dos usuários de smpartphone está satisfeita ao levar seus smartphones consigo durante o dia e plugá-los na tomada à noite. No entanto, os fabricantes de baterias terão que dar mais um passo o mais rápido possível para lidar com esse apetite voraz desses computadores em miniatura dos quais todos dependemos cada vez mais no dia a dia.
Se não surgirem inovações na tecnologia de baterias, a velocidade com que a tecnologia móvel se desloca irá disparar tão rapidamente que a veremos bater com tudo no muro da usabilidade.

[ IDG NOW! uol ]
(Megan Geuss)

27 maio 2011

Conheça um espelho que monitora a frequência cardíaca

Desenvolvido por um estudante chinês, aparelho indica sinais vitais de qualquer um que se posiciona à frente dele.



AmpliarDesenvolvido por Ming-Zher Poh, espelho monitora sinais vitais. (Fonte da imagem: Blanddesigns.co.uk)
Um espelho que emite informações sobre seus sinais vitais: essa é a invenção do estudante chinês de engenharia médica e elétrica Ming-Zher Poh, ligado ao Media Lab do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Estados Unidos. O equipamento usa um sistema desenvolvido por Poh e informa, como em um monitor, os batimentos por minutos de seu coração.
Ele funciona assim: quando seu coração bate, ele envia sangue por todos os vasos sanguíneos de seu corpo; o sangue absorve a luminosidade, então, quanto mais sangue nos vasos sanguíneos, menos quantidade de luz que chega a sua pele é refletida. Uma webcam embutida no espelho é capaz de identificar os reflexos de luz e um programa de computador processa as informações, transformando-as em leitura de batimentos cardíacos.
O sistema que integra a invenção de Poh foi inventado por ele há mais de um ano e meio, porém, passou por reformulações até chegar ao estágio em que se encontra. Primeiramente, a ideia foi monitorar os sinais vitais a partir de uma webcam de notebook e também da câmera de um iPhone.
Poh fez uso de webcams simples durante os testes com seu software, pois sua intenção é fazer com que qualquer computador ou smartphone seja capaz de ser um monitor cardíaco. Para tal, ele desenvolveu um algoritmo para medir o padrão de luz de tudo o que é capturado pela câmera. Com ajuda de um colega, o estudante de engenharia criou um código para processamento dos dados em tempo real.

Medidor geral de saúde

A intenção de Ming-Zher Poh é lançar o produto final no mercado após finalizar seu doutorado, ainda este ano. Ele afirma ainda que o sistema poderia ser utilizado para monitorar outros dados vitais, como a frequência respiratória e a saturação de oxigênio no sangue.
[ Tecmundo/baixaki ]

Enquanto joga no iPad, executivo da Telefônica demite 8,5 mil funcionários



Câmera de televisão espanhola flagra diretor da empresa se divertindo enquanto demissão em massa é anunciada




A Telefônica anunciou esta semana na Espanha a demissão de 8,5 mil funcionários daquele país para os próximos cinco anos. A justificativa dada pela empresa foi a de “ajustes no orçamento”, apesar de, no passado, ter lucrado quase 31% a mais do que em 2009. Contudo, um personagem curioso do anúncio foi José María Álvarez-Pallete, diretor da empresa na América Latina e terceiro no comando da Telefônica.
Enquanto era anunciada a exclusão sumária de 8,5 mil postos de trabalho, o executivo é flagrado por uma câmara da TVE espanhola jogando em seu iPad. O vídeo tem gerado polêmica na rede, pois, apesar das demissões se limitarem à Espanha (e teoricamente não afetarem sua área), Álvarez-Pallete teria demonstrado pouca sensibilidade em um momento tão crítico para os trabalhadores da Telefônica. Assista ao flagra no vídeo acima.
[ Tecmundo/baixaki ]

Um mapa com todas as 43 mil galáxias que nós conhecemos

A imagem acima é o mapa mais completo já criado sobre nosso universo. Foram necessários dez anos para criá-lo e ele tem 43 mil galáxias, com uma distância de 380 milhões de anos-luz em relação à Terra. As coordenadas 3D de cada galáxia foram gravadas para que a informação crua possa ser utilizada no futuro para criar um modelo 3D realístico de nosso universo. Adicione um pouco de tecnologia holográfica no pacote e teremos algo bem próximo das ideias do Star Trek.
E você está se perguntando onde diabos estamos nós no meio dessa bagunça? Nossa galáxia, a Via Láctea, está em posição horizontal, no centro da imagem. [Slashdot, Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics; imagem via2MASS Redshift Survey (2MRS)]
[ GIZMODO ]

Falha em sensores de velocidade é a provável causa do acidente do Air France 447

Uma falha nos tubos de Pitot — pequenos sensores de medida de pressão que ficam na parte frontal dos aviões e são cruciais para o voo em piloto automático — surge como uma das principais teorias para explicar o acidente do Air France 447, que partiu do Rio de Janeiro, em 2009. As últimas análises da caixa-preta confirmam que informações inválidas foram fornecidas pouco antes de o avião cair.
De acordo com a CNN, as investigações da polícia francesa indicam que os sensores enviaram inforamações incosistentes para os sensores de espera do avião, fazendo o Airbus A330 travar a 38 mil pés de altura e cair. Mas apesar de os dois pilotos estarem no cockpit no momento do problema, os investigadores ainda não sabem porque eles tentaram levantar o nariz da aeronave, e não abaixá-lo para recuperar a perda — para deixar o avião na posição ideal, o procedimento padrão seria colocar em 5 graus o nariz do avião e manter a velocidade em 85% de sua potência. Em outra informação da caixa-preta, revelada hoje, um dos pilotos diz: “não estou entendendo mais nada”.
[ GIZMODO ] [CNN]

25 maio 2011

Raio cai a 200m de fotógrafos rápidos no gatilho

Não há nada tão espetacular quanto ver uma tempestade de raios e trovões em um lugar árido da Austrália, o que poderia explicar porque eu me assustei assistindo o vídeo do William Phuoc, de um raio atingindo um ponto a 200m de onde eles estavam fotografando. Phuoc foi rápido em capturar a foto, que você pode ver aqui: [Flickr via PetaPixel][ GIZMODO ]