Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

07 novembro 2011

Microsoft ataca Google e diz que rival tem uma postura "preguiçosa"



Segundo a empresa do Windows, "o Android se apoia nas costas de empresas como a Microsoft, que investiram bilhões de dólares na criação de sistemas mais eficientes".

A Microsoft e a Google nunca foram “grandes amigas”, mas a fabricante do Windows realmente não economizou nas críticas contra a gigante de buscas na semana passada.
Primeiro foi o diretor de conselho da Microsoft, Horacio Gutiérrez, que lidera o grupo de propriedade intelectual da companhia. Em uma entrevista para o jornal San Francisco Chronicle, ele declarou que a Google, com seu sistema móvel Android, teve uma postura preguiçosa.  “Ela se apoiou nas costas de empresas como a Microsoft”, que investiram bilhões de dólares na criação de sistemas operacionais mais eficientes.
Depois foi o diretor do Office 365, Tom Rizzo, que apontou suas armas para a rival em um post no blog da Microsoft. O executivo acusou a Google de ter uma abordagem confusa quanto ao desenvolvimento de aplicativos. “Seus produtos são como espaguete. A Google os atira contra a parede para ver se eles grudam.”
A reclamação de Rizzo parece ser direcionada à política da Google de acabar com o suporte para versões mais antigas de navegadores assim que um novo é lançado. Veja o que a página de suporte da Google diz sobre isso: “Nós suportamos as versões atual e anterior do Chrome, Firefox, Internet Explorer e Safari de modo rotativo. Sempre que uma nova versão é lançada, nós começamos a dar suporte para essa versão e interrompemos o suporte para a terceira versão mais antiga (antepenúltima).”
O diretor da Microsoft alega que essa política prejudica os usuários corporativos, que não possuem a mesma flexibilidade que os consumidores finais para mudar para uma versão mais recente do browser. “Se eu tivesse uma empresa com as ferramentas de produtividade da Google, ficaria de cabelo em pé ao saber sobre o fim de suporte para versões mais antigas”, escreveu Rizzo.
“Tenho certeza que é muito mais fácil para a Google limitar o número de navegadores com suporte do que resolver as diferenças entre os browsers”, continuou o executivo. “Mas se eu dirigisse uma empresa ou instituição dependente de  Google Apps, seria completamente irracional forçar os upgrades de navegador, além de inaceitável esperar que os usuários sempre terão as versões mais novas dos browsers.”
Um porta-voz da Google não quis comentar sobre as acusações vindas da Microsoft, mas fez referência a uma reportagem intitulada “Isso deve ser uma piada: Microsoft diz que Google é muito imprevisível”, publicada no site Business Insider. O artigo apresenta uma série de “pecados” cometidos pela Microsoft contra empresas, incluindo o fato de a empresa ter abandonado um pacote de serviços corporativos para substituí-lo pelo próprio Office 365 de Rizzo.
Se você está procurando por uma razão pelo repentino descontentamento da Microsoft com a Google, basta olhar nas informações publicadas pela imprensa de que a gigante de buscas pode ter fechado um contrato com a General Motors para fornecer software de colaboração online para a famosa fabricante automobilística.
Como informa o Wall Street Journal, “assumindo que a Google receba a aprovação final, o negócio pode ser um momento divisor de águas na missão da Google de desafiar o domínio da Microsoft em aplicativos, marcando o maior negócio fechado pela gigante de buscas desde que ela começou a vender o Google Apps em 2007.”[ IDG NOW! uol ]

19 julho 2011

Para cientistas, Google está mudando a maneira como pensamos

Levantamento de universidade americana alega que facilidade de acesso pode fazer com que não lembremos da informação, mas sim onde encontrá-la.


Será que o Google está mesmo mudando a maneira como pensamos? Ao menos uma pesquisadora pensa que sim: Betsy Sparrow, da Universidade de Columbia, afirma que ferramentas de pesquisa como o Google estão mudando os padrões de pensamentos das pessoas. Por exemplo, estamos lembrando menos por conta própria, mas sabemos onde ir e encontrar algo na Internet.
O debate sobre se a Internet está ou não nos tornando estúpidos tem acontecido praticamente desde o surgimento da própria web. Dependendo de como você interpreta as observações de Sparrow, pode dizer que sim, a Internet está nos deixando mais burros – ou que estamos apenas usando o Google e outras ferramentas como extensão de nossos cérebros.
Especialistas chamam isso de “memória transativa”. Basicamente, você lembra onde conseguir a informação – mas não da informação em si. Esse conceito não é nada novo: antes da era digital, nós usávamos “especialistas” não-digitais – amigos ou livros. A ferramenta de busca apenas deixou esse processo muito mais fácil (e rápido).
“Nossos cérebros confiam na Internet para a memória de maneira parecida com que confiam na memória de um amigo, familiar ou colega de trabalho”, explica a pesquisadora. “Nós lembramos menos sobre a informação em si do que onde podemos encontrá-la (a informação).”
Uma série de quatro experimentos diferentes foi realizada por Sparrow e seus colegas. Cada um deles testou como as pessoas lembraram de informações se elas estivessem armazenadas de modo acessível (digamos, a Internet), e em cada caso as pessoas lembravam menos se pensassem que as informações estavam armazenadas do que se acreditassem que não.
Resumindo de forma simples, se podemos achar uma determinada informação online, temos uma probabilidade menor de lembrar dela. No entanto, se a informação não puder ser acessada facilmente online (e soubermos disso), as chances de nos lembramos dela são maiores.
Mas esse fenômeno pode ser associado a um cérebro preguiçoso?
A pesquisadora conclui que não estamos necessariamente ficando menos inteligentes como um resultado da Internet e das ferramentas de busca. Em vez disso, estamos ficando mais sofisticados em encontrar informações. Isso pode ser algo bom – podemos estar liberando energia e memória do cérebro para outras tarefas, o que tecnicamente poderia nos deixar ainda mais inteligentes.

18 julho 2011

Parece que tem garotas usando o Google+, afinal


Amigos geeks, regozijai! O que antes achávamos ser um clube do Bolinha, uma terra só de cuecas, agora está cheia de vida feminina. Isso mesmo, rapazes: o Google+ tem uma forte presença de mulheres.
Os números relatados semana passada eram bem menos equilibrados: segundo o SocialStatistics e o FindPeopleOnPlus, 86,8% de todos os usuários do Google+ são homens. Mas estes números são viesados, segundo Paul Allen, da Ancestry.com – o mesmo que acertou o número de pessoas no Google+ (mais de 10 milhões). A Ancestry.com utilizou um método de “amostra aleatória baseada em sobrenomes”, que revelou que o Google+ está ficando cada vez mais igualitário: em dez dias, a proporção de homens caiu de 77% para 66,4%.
Ainda há um longo caminho até que esta rede social prove que vale a pena, mas estes números são promissores, especialmente para vocês garotas do sexo forte, que podem ter receado entrar numa rede só com homens. [Paul Allen via All Things D]

17 junho 2011

Nova ferramenta do Google rastreia as coisas mais legais que as pessoas já falaram de você

Como uma usuária do Google Alerts (ou vocês acham que eu não fico acompanhando os comentários que vocês fazem sobre mim?!), eu estou particularmente feliz com a inclusão da opção “Me on the Web”.
Como explica o Google, “sua identidade online  é determinada não apenas pelo quê você posta, mas também pelosposts que outras pessoas fazem sobre você — seja uma menção em um blogo, uma foto marcada ou uma atualização de status público”.
Normalmente o Google Alerts não consegue fisgar tudo que é dito, então torço para que a nova ferramenta ajude nos detalhes. Você pode criar regras para alertas, como avisos apenas quando seu nome e e-mail foram citados, e todas as novidades que o Google encontrar serão exibidas bem debaixo de seu nariz. Medo. [Google Blog viaMashable]

08 junho 2011

Google Maps promete diminuir o sofrimento de quem espera ônibus por horas

Antes que você fique decepcionado, avisamos desde já que essa nova jóia do Google Maps ainda não funciona no Brasil. Mas veja bem, é hora de mandar vários e-mails suplicando pela novidade: em algumas cidades dos EUA e da Europa, o Maps agora mostrará o horário de todas as linhas e, principalmente, se há algum problema nos ônibus que você pretende pegar.
O sistema, que já está funcionando em Boston, Portland, San Diego e San Francisco, nos EUA, e ainda Madri, na Espanha, e Turim, na Itália, funciona no Maps para desktop e também na versão mobile — no primeiro, você checa tudo antes de sair de casa para não ficar mofando no ponto, e o segundo te ajuda caso algo tenha ocorrido durante seu trajeto na rua.
Mas o melhor, sem dúvida, é o aviso de quais linhas estão com qualquer tipo de alerta: clicando no ponto de ônibus, ele avisa se há algum tipo de desvio de percurso, ou se há uma greve e os ônibus simplesmente não estão passando. Google, por favor, deixe de lado o primeiro mundo e seu transporte público de lado pelo menos desta vez — aqui em São Paulo, pelo menos, esse serviço salvaria anos de calvície e cabelos brancos da população. [Google Blog]

31 maio 2011

No Brasil, Chrome dispara e deixa Firefox para trás

Agora foi: segundo dados da Stat Counter, o Chrome passou oficialmente o Firefox em território nacional e assumiu o posto de segundo navegador mais utilizado no país. Um ano atrás, o Firefox tinha quase o triplo de participação do browser do Google. Abra os olhos, Internet Explorer!
A diferença ainda está na casa das vírgulas (26,83% contra 26,08% em maio de 2011), mas ilustra uma tendência mundial: o enorme crescimento do Chrome. Em maio de 2010, o Chrome tinha, no Brasil, participação de 11,78%, contra 32,74% do Firefox, que parecia ameaçar o reinado da Microsoft. Agora, as linha se cruzaram, e a tendência é que nos próximos meses a vantagem aumente.
Mas se engana quem pensa que a briga entre o terceiro e o segundo colocado deixa o Internet Explorer em posição confortável. No mesmo período, o browser da Microsoft caiu de 53,89% para 45,79%. Agora, somados, os concorrentes já têm mais espaço do que o IE, e tanto Chrome quanto Firefox continuam roubando usuários da Microsoft. Na América do Sul como um todo, a tendência se repete, e o Chrome não para de subir. E você? Ajudou qual barrinha colorida no gráfico acima? [Terra]
[ GIZMODO ]

30 maio 2011

Mais 10 recursos experimentais que você deveria pensar em ativar no Gmail Labs

O Lifehacker já separou 10 recursos bacanas do Gmail Labs  há algum tempo, mas o que acontece é que o Gmail é fértil em recursos experimentais e tem bem mais de 10 que valem a pena serem considerados – e frequentemente ganha mais e mais deles. Veja aqui 10 novos recursos do Gmail Labs que podem melhorar bastante a sua experiência com o webmail do Google.

Envio em Segundo Plano (ou: Se você vai ativar somente um recurso novo, que seja este)

Nós adoramos o Gmail, mas ele de vez em quando é um tanto lento e arrastado, e esperar pelo envio dos seus emails só agrava isso. O Envio em Segundo Plano é um dos recursos mais legais que já apareceram no Labs do Gmail, já que com ele você pode continuar usando o Gmail enquanto o seu email é enviado nos bastidores. Se o envio falhar, você recebe um aviso e pode tentar de novo. Todo mundo deveria ativar este recurso; ele faz com que Gmail se comporte bem mais como um cliente de email desktop, o que é unir o melhor dos dois mundos.

Marcadores Inteligentes

A Caixa de Entrada Prioritária do Gmail é ótima para separar os emails importantes, mas ainda assim, as mensagens “menos importantes” podem te sobrecarregar em grandes números. Você provavelmente tem os seus filtros configurados para lidar com algumas dessas mensagens, mas agora o Marcadores Inteligentes existe e consegue agrupar tipos comuns de mensagens – enviadas em massa, notificações ou mensagens de fóruns –, aplicando uma tag nelas e organizando-as para você. Se você não considera estas mensagens como spams e quer recebê-las, mas concorda que elas deveriam ficar separadas do resto dos emails normais, este recurso é ótimo.

Ícone de Mensagem Não Lida

Há muito tempo este recurso faz parte da extensão Better Gmail (que é assinada pela editora do Lifehacker, Gina Trapani), mas agora o Google finalmente implementou a contagem de emails não lidos diretamente no ícone de aba do Gmail. Depois de habilitar este recurso no Labs, qualquer aba do Gmail que você tenha aberta vai mostrar o número de mensagens não lidas, para que você acompanhe de perto sem ter que clicar lá.

Avanço Automático

Se você verifica vários emails de uma vez, provavelmente já se irritou com o fato do Gmail te jogar de volta para a caixa de entrada sempre que você deleta ou arquiva uma mensagem. Este recurso do Labs permite a você escolher o que o Gmail fará nesses casos – em vez de voltar para a caixa de entrada, ele pode automaticamente avançar para a próxima mensagem, mais recente ou antiga. É uma melhoria pequena, mas uma grande economia de tempo e cliques para muitos usuários.

Visualizações de Serviços Externos em Mensagens

O Gmail tem montes de recursos no labs para exibir prévias de coisas como vídeos, documentos, voicemails e imagens em emails se eles forem enviados de alguns serviços específicos. Por exemplo, se um dos seus contatos te mandar um email com um documento do Google Docs, o Google Docs Preview, se estiver ativado, já mostra uma prévia do documento no próprio email. De modo similar, o Google Maps Preview detecta endereços no email e já mostra as suas localizações em um mapa. O Labs também tem recursos como estes para outros serviços, como Google Voice, Yelp, Picasa e Flickr, entre outros.

Marcadores Aninhados

Os marcadores (tags, labels etc) são bem úteis para organizar as suas mensagens, mas chega uma hora em que você tem tantos deles que você começa a imaginar que seria legal ter marcadores para organizar os seus marcadores. Este recurso faz exatamente isso! Você pode criar marcadores em hierarquia, por exemplo, colocando alguns marcadores marcados como “trabalho” e outros como “pessoal”, com duas divisões dentro de “pessoal”: “família” e “amigos”. Claro que isso é apenas um exemplo e você pode criar quantos marcadores quiser, em qualquer organização que conseguir imaginar.

Pesquisa do Google Apps

Se você usa o Google Docs ou o Google Sites, este é um ótimo recurso que estende as capacidades de busca do gmail para estes dois apps. Assim, quando você procurar por algo no Gmail, a busca também trará resultados do Docs e Sites. Para os usuários constantes do Google Docs, também vale a pena dar uma olhada nos recursos Criar um Documento e Gadget do Docs no Labs.

Atualizar Contas POP

O Gmail tem um recurso bem legal que permite a consolidação de mais de um endereço de email na mesma caixa de entrada, mas ele só verifica mensagens nas contas secundárias quando acha necessário. Isso pode ser chato quando você sabe que acabou de receber um email na conta secundária, mas ele ainda não está aparecendo na sua inbox. Este recurso cria um botão dedicado à verificação de novas mensagens nessas contas secundárias. Bem mais fácil do que ir até as configurações do Gmail para fazer isso – ou pior, fazer login na conta secundária.

Fuso Horário do Remetente

Fusos horários são sempre um pé no saco. Se você troca muitas mensagens com pessoas em longitudes muito diferentes da sua, este recurso pode vir a calhar. Ele detecta o fuso horário local dos seus contatos e diz para você que horas são naquele fuso horário sempre que você abrir uma das suas mensagens.

Aprimoramentos do Bate-papo por Vídeo

O Google Chat é uma das nossas plataformas de video chat, e este recurso o torna ainda melhor, adicionando os últimos avanços na tecnologia de conversa por vídeo do Google, como resolução e janelas maiores. Se você usa o chat por vídeo do Gmail, não tem razão para não ativar este recurso no Labs.
Aí estão, nossos dez novos recursos favoritos do Gmail Labs. Há muitos e muitos outros por lá. Se você tiver um favorito, não deixe de nos contar aqui nos comentários.[ GIZMODO ]

25 maio 2011

Como o Gmail ajudou a encontrar um carro roubado

Avrohom Eliezer Friedman teve seu carro roubado recentemente. E isso é um saco, né. Maaaas, a polícia achou o ladrão no meio da estrada graças ao Gmail. Quer dizer, quase isso… Não é exatamente o Gmail que nós amamos e usamos.
A questão é que o carro de Friedman tinha uma placa customizada: GMAIL. Um policial viu o carro na estrada e provavelmente decidiu ver que tipo de maluco teria uma placa assim, e quando ele checou os dados, descobriu que se tratava de um carro roubado. Ele foi recuperado e voltou para seu dono estranho.
Pelo jeito, a lição do dia é: bole alguma forma de tornar seu carro estranho o suficiente para ele ser parado facilmente. Não aconselhamos BOL nem ZIP (ponto net, lembra?) [ZDNET][ GIZMODO ]

Saiba se está na hora de seu acervo de músicas ir para a nuvem

Com a provável chegada da Apple, mercado de cloud musical - que já tem Google e Amazon - deve esquentar ainda mais; conheça as principais opções.

Google se juntou à Amazon no início de maio na festa dos serviços de armazenamento de música na nuvem, e a Apple também estaria próxima de entrar na dança, segundo rumores recentes. Mas com alguns dos maiores nomes da tecnologia tentando colocar todas nossas músicas na nuvem, será que os usuários estão prontos para seguir esses passos?
Serviços de streaming como Rdio e MOG tem mais e mais usuários que se importam cada vez menos com a noção de realmente possuir a música que escutam, e o analista da ABI Research, Aapo Markkanen, diz que se não estamos nessa, em breve estaremos.
Mas ele não espera que o Google Music Beta ou o Amazon Cloud Drive sejam aplicativos matadores que nos convençam a permitir que nossas músicas voem para a atmosfera. Em vez disso, ele está apostando em serviços de streaming.
“É esperado que o número de assinantes de serviços móveis de streaming de músicas (no mundo todo) chegue a 5,9 milhões até o final deste ano”, diz Markkanen. “A ABI Research acredita que esse número irá ultrapassar os 160 milhões em 2016.”
A ABI afirma que esse crescimento será dirigido em grande parte por pessoas mudando de tocadores de MP3 para seus smartphones para ouvir música, assim como uma queda gradual nos preços de assinaturas dos serviços de música digital.
Venda dífícil
O especialista em tecnologia do Rasmussen College, Hap Aziz, afirma que as assinaturas de streaming são mais difíceis de vender a curto prazo.
“Existem literalmente milhões de tocadores musicais em uso atualmente que não são capazes de acessar conteúdo pela nuvem”, escreveu Aziz em um e-mail. “Não imagino as pessoas agora se desfazendo de seus aparelhos perfeitamente bons e gastando 100 dólares ou mais por um aparelho com Wi-Fi habilitado.”
Apesar da crescente presença de serviços 3G e até 4G, o expert acrescenta que a disponibilidade de planos de dados de baixo custo parece estar indo na direção errada para promover um grande movimento para a nuvem.
“As grandes operadoras wireless (dos EUA) parecem introduzir aos poucos seus planos de dados ilimitados, então isso não cria um cenário positivo... Em dois anos, não haverá conectividade de rede suficiente (com um custo baixo o suficiente) para nos permitir mudar 100% do armazenamento local.”
Markkanen, da ABI, afirma que a reprodução offline oferecida por serviços como Rdio e MOG oferece armazenamento local, ainda que sem a flexibilidade de possuir todos os direitos que vêm com os MP3s. Ele reconhece que isso pode impedir o progresso de tais serviços, além de uma falta de conhecimento de seus nomes entres os usuários comuns.
“Será preciso uma dessas grandes empresas lançar um serviço de assinatura e todo aquele grande orçamento de publicidade para realmente empurrar isso para os consumidores.”
Até que esse dia chegue, somos deixados com algumas poucas opções principais para colocar nossas músicas na nuvem. Aziz e Markkanen analisaram cada uma delas e criaram esse rápido guia para música na nuvem:
Rdio/MOG
Disponíveis apenas nos EUA, esses serviços de assinatura para streaming ilimitado não inovam muito – vide Pandora e Rhapsody, mas têm feito sucesso. Isso acontece em parte por seus preços competitivos - US$4,99 por mês para streaming ilimitado ou US$9,99 se você quiser tocar música on ou offline em um aparelho móvel), pelo amplo catálogo (7 milhões no Rdio e 9 milhões no MOG) e facilidade de uso.
Aziz nota que ambos os serviços são mais baratos do que seus predecessores Rhapsody ou Zune. “Estou pensando quando a Microsoft vai comprar o MOG para entrar no espaço.” Mas ele lembra que “muitos usuários também vão querer comprar suas músicas, senão irão descobrir que não possuem um carro ao final do financiamento.”
Amazon Cloud Drive
A Amazon foi o primeiro grande nome a entrar no jogo neste ano e o Cloud Drive é exatamente o que parece: um grande espaço de servidor para todas as suas mídias que podem ser acessadas a partir de qualquer lugar. É possível começar com 5GB de armazenamento grátis e rapidamente subir para 20GB por US$20 por ano ou até 1.000GB por US$1.000 anuais.
Mas a Amazon não oferece streaming ilimitado ou qualquer outro acesso gratuito a uma grande biblioteca, como Rdio e o MOG. O Cloud Drive é basicamente um armazenamento de arquivos barato e fácil de usar, mas que não vem com nenhuma garantia de segurança, compartilhamento ou  habilidade sincronização.
Para Markkanen, essa abordagem faz sentido para a companhia, pois um serviço de assinaturas iria canibalizar suas vendas de músicas digitais.
Google Music Beta
Talvez o maior anúncio da gigante de buscas no seu evento Google I/O no início de maio, o Music Beta é atualmente uma festa fechada (apenas para americanos, além da necessidade do envio de um convite). O serviço possui essencialmente o mesmo conceito do Cloud Drive, mas com mais espaço de armazenamento gratuito, até 20 mil faixas. A empresa ainda não falou sobre possíveis preços após a versão beta.
Aziz acredita que o mais legal para o serviço é uma potencial integração com o Google At Home, também anunciado no evento da empresa. “Imagine como seria legal andar pela casa e simplesmente dizer alto, “Toque o Álbum Branco (dos Beatles) ”? Ou fazer pedidos verbais para o rádio do carro. E com tanto aparelhos Android por aí...”.
Serviço de cloud da Apple (ainda não anunciado)
Parece que a Apple está adotando uma abordagem do tipo “esperar para ver” quanto ao mercado de músicas baseadas na nuvem – ela comprou e fechou o serviço de músicas na nuvem LaLa no ano passado e agora deixou que Amazon, Google e outras empresas menores saíssem na frente.
Markkanen espera da Apple algo similar ao Amazon Cloud Drive para se integrar com o iTunes. Já Aziz vê potencial para conveniência a mais se a Apple conseguir acordos de licença que acabem com a necessidade de fazer upload para a nuvem, mas pode não ser o suficiente para converter todos que odeiam a Apple por aí.

[ NOW!uol ]

23 maio 2011

Como funciona a pesquisa por voz do Google





Sistema, ainda em fase de desenvolvimento, já pode ser experimentado e pretende facilitar a vida do usuário na hora de realizar buscas na web.


A Google está testando um sistema de busca por voz. Depois de apresentar um método semelhante para tradução no Google Tradutor, a empresa de Mountain View disponibiliza um aplicativo para portáteis e uma página para teste do recurso, que futuramente deve ser aderido ao sistema de buscas.
O novo método deve tornar ainda mais simples a busca na internet. Com ele, você poderá realizar pesquisas sem tocar no teclado, apenas ditando ao microfone o que quer encontrar. O sistema ainda apresenta problemas, principalmente para frases longas, mas é uma boa novidade e funciona corretamente para palavras únicas.


Busca tradicional, mas com voz

Por enquanto, como é de praxe com novos serviços da Google, somente alguns poucos escolhidos ao redor do mundo têm acesso aos testes do novo sistema para buscas no navegador. Como se vê na captura de tela abaixo, encontrada no fórum WebmasterWorld.com, a busca por voz é ativada por meio de um pequeno microfone no campo de pesquisa.



Novo recurso de busca por voz em funcionamento.
Se você não foi um dos felizardos a ser contemplado com a possibilidade de testar esse interessante recurso do Google, é possível ter uma prévia por meio de uma página na web. Ela faz parte de uma apresentação de slides em HTML5 da própria Google e, se você acessá-la pelo Google Chrome, pode ter uma prévia do que vem por aí.
Clique sobre o ícone do microfone e fale. Lembre-se de falar o mais claro possível, pois ruídos que saem da boca podem interferir no reconhecimento. Apesar de não realizar buscas, essa página já mostra que a nova ferramenta tem uma grande capacidade de reconhecimento, entendendo palavras compostas e longas sem muitos erros.

Um teste de reconhecimento de voz (Fonte da imagem: Reprodução)


Busca por voz em sua página

Um dos pontos interessantes do novo serviço é a sua inserção em outros mecanismos de busca. É comum que sites usem a ferramenta de pesquisa da Google para que usuários busquem em suas páginas. Então, desenvolvedores que queiram fazer uso do novo recurso precisarão adicionar apenas uma linha de comando no código do site.

Busca por voz nos portáteis

iOS e Android já contam com a busca por voz do Google
Se para desktop a ferramenta ainda está distante, a busca realizada nos portáteis já pode ser feita usando a voz. O aplicativo oficial da Google está disponível para Android, iOS (iPhone, iPod Touch e iPad), Blackberry e Nokia S60 V3. Acesse a página m.google.com a partir de seu aparelho, instale a aplicação e solte a voz.
Vale lembrar que o mecanismo permite a configuração do idioma padrão, facilitando assim a capacidade de reconhecimento do aplicativo. Atualmente, ele reconhece 28 línguas diferentes, entre elas variações de inglês (britânico, sul-africano e estadunidense), de espanhol (europeu, mexicano, argentino e do restante da América Latina) e também o português brasileiro.
A precisão dos resultados foi surpreendente, também com o reconhecimento perfeito de muitas palavras complicadas e longas, bem como de termos compostos por mais de uma palavra. No Android, a busca ficou ainda mais simples, pois o aparelho conta com uma barra do Google logo na tela inicial.

Útil?

A princípio, os portáteis parecem ser os grandes beneficiados, principalmente os smartphones. Por motivos óbvios, falar ao microfone desses aparelhos é algo bastante simples, o que torna esse tipo de busca ainda mais prática. Porém, quem navega a partir de computadores tradicionais, desktops ou laptops também encontrará vantagens.
O simples fato de iniciar a busca sem tocar no teclado já pode ser útil. Muitas vezes, aquela palavra que você não sabe como escrever pode ser encontrada ainda mais facilmente usando sua voz para ditá-la ao Google. Enfim, o sistema que futuramente fará parte das buscas da gigante da internet se mostra curioso e inovador.[ Tecnomundo/baixaki ]

21 maio 2011

Google Maps ficou ainda melhor nos navegadores do Android e iOS

O Android e o iOS já têm um app do Google Maps. Então por que cuidar da versão para navegadores no Android e iOS? É que 40% do tráfego do Maps vem de dispositivos móveis, então o Google quer deixar consistente a experiência do Maps, seja acessando pelo app, seja pelo navegador. E como ficou o novo webapp?
Agora, quando você visita maps.google.com no navegador do seu celular ou tablet [com Android ou iOS] e aceita compartilhar sua localização, você pode usar muitas das mesmas funções do Google Maps que você já está acostumado no desktop. Isto permite a você:
- Ver sua localização atual
- Procurar nos arredores com sugestões e autocompletar
- Ter ícones clicáveis de empresas e estações de transporte público próximas
- Obter rotas de carro, transporte público, bicicleta e a pé, além de trânsito
- Ativar camadas de satélite, transporte público, tráfego, bicicleta e outras
- Ver páginas de Locais com fotos, notas, horários de funcionamento e mais
- Quando logado na sua conta do Google, acessar seus locais com estrela e Meus Mapas
Os mapas não ficam guardados em cache nem são renderizados por vetores (como no app para Android), mas é melhor que sempre ter que sair do app para ver um mapa. [Google][ GIZMODO ]

18 maio 2011

Estudantes do Brasil, abram os olhos: Google abre 24 vagas de estágio


Hora de aumentar a fonte de seu currículo ainda embrionário para render duas páginas: o Google Brasilanunciou hoje a criação de um programa de estágios no país. São 24 vagas para cargos diversos em busca de novos talentos, e a empresa fez questão de frisar que pretende chamar pessoas que se formarão ainda em 2011 e têm fluência em inglês.
O pessoal do RH do Google promete uma bolsa-auxílio competitiva, mas não revela o valor. Além da grana e do prestígio, há a promessa de três refeições diárias e acesso às guloseimas da cozinha — que, segundo lendas, são de primeira. As vagas são para o escritório de São Paulo e vão desde a área de vendas, marketing, estratégia e planejamento até desenvolvimento de novos negócios, finanças e RH.
Os interessados podem se cadastrar neste link até o dia 8 de junho. Após a bateria de testes e provas, os aprovados começam no dia primeiro de agosto e, segundo o Google, terão chances de efetivação ao final do contrato. Boa sorte. [Google via Ztop][ GIZMODO ]

Google estreia novo design do Blogger

Empresa diz que mudanças não se limitam ao visual e que serviço foi reescrito do zero; visualização de novidades ainda não chega a todos os usuários.




A Google anunciou hoje, 18/5, o lançamento do novo design de seu serviço de blogs, o Blogger, que possui praticamente a mesma interface desde que foi lançado há cerca de 11 anos. A atualização mais significativa havia acontecido no ano passado, quando um novo recurso de design de template foi revelado; mais nada foi adicionado, desde então.
À primeira vista, como mostra a imagem abaixo (postada pela Google), é possível notar algumas mudanças principalmente nas cores e disposição dos elementos no painel de usuário no serviço. Mas segundo a equipe responsável pelo serviço, as mudanças não se limitam apenas a parte visual e são mais profundas, buscando mais velocidades para futuras atualizações. “Nós reescrevemos essencialmente toda a aplicação a partir do zero, utilizando as mais recentes tecnologias da web que nos permitirão fazer as atualizações futuras de forma mais ágil e flexível”,diz um post no blog oficial da Google Brasil.
No entanto, a nova interface só está disponível para um número limitado de usuários por enquanto. A Google espera que nas próximas semanas mais pessoas possam acessar as novidades do serviço. Para conferir o design renovado, basta acessar o site – não é preciso nenhum tipo de processo de ativação.
A equipe do Blogger finaliza o post lembrando que esse é apenas o início de muitas atualizações planejadas para o serviço em 2011. O Blogger possui cerca de 400 milhões de leitores atualmente - que visitam seus sites com frequência.

17 maio 2011

11 coisas que você não sabia sobre a Google





Conheça algumas das curiosidades pouco divulgadas sobre a gigante das buscas.





 
(Fonte da imagem: Google)


Toda empresa que se torna líder em sua área de atuação possui no mínimo uma história interessante relacionada aos seus bastidores. Com a gigante das buscas Google não poderia ser diferente, já que se trata de uma companhia conhecida pela inovação constante e pelos métodos de trabalho que fogem ao tradicional.
Neste artigo, reunimos algumas curiosidades pouco divulgadas sobre a empresa, que incluem informações relacionadas à sua construção, filosofia de negócio e relacionamento com funcionários. Confira abaixo a lista, e não deixe de postar sua opinião (e outras curiosidades) em nossa seção de comentários.


Não seja mau

Esse é o lema não oficial da companhia, que figura em destaque no código de conduta que todos os funcionários devem seguir. Além de servir como um lembrete de que a empresa tem um compromisso em seguir a lei de diferentes países, a frase serve como uma forma de estimular o desenvolvimento de produtos eficientes, e que tenham como principal foco o conforto de cada usuário.


Bill Gates considerou a compra da companhia uma má ideia

Em 2002, o então CEO da Microsoft teve a oportunidade de adquirir a Google. Porém, Bill Gates considerou o preço cobrado, US$ 2 bilhões, muito caro para uma companhia que não apresentava nenhum tipo de receita. O tempo provou que, caso Gates tivesse investido na ideia, teria achado o investimento uma pechincha.


Dinheiro para mulheres bonitas

Embora em 2005 o YouTube ainda não fosse propriedade da Google, é difícil desassociar as duas empresas atualmente. Parte do sucesso do site de vídeos, ao menos em sua fase inicial, pode ser atribuída aos estímulos que seus criadores davam para as mulheres consideradas bonitas que postassem contribuições.


 
(Fonte da imagem: YouTube)


A cada 10 vídeos produzidos, cada uma das moças recebia a quantia de US$100. Não se sabe se isso foi fundamental para transformar o site em um verdadeiro fenômeno de audiência, mas medidas do tipo mostram o quanto seus criadores estavam dispostos a torná-lo um sucesso.


Obsessão por notas escolares

Os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Bin, são obcecados pelas notas que seus funcionários tiraram nos SATs, espécie de vestibular realizado para determinar quem entra nas universidades norte-americanas. Diversos empregados relataram que a resposta a essa pergunta foi essencial para que conseguissem as vagas para as quais foram entrevistados.
A empresa acredita que essas notas são relevantes para determinar a esperteza de seus funcionários e, consequentemente, sua capacidade de trabalhar e desenvolver novas invenções. Daí toda a importância dada a esse critério durante as entrevistas de emprego.


Somente 20% dos funcionários ainda usam Windows


 (Fonte da imagem: Microsoft)


Durante a sessão de perguntas e respostas realizada após o keynote do mais recente Google I/O, o cofundador da companhia, Sergey Brin, afirmou que somente cerca de 20% das máquinas usadas pelos desenvolvedores da companhia possuem o sistema operacional Windows.
 A notícia mostra que a companhia vai contra as tendências de mercado corporativo, que em sua maioria ainda é dominado por sistemas da Microsoft. Porém, com o desenvolvimento cada vez mais rápido do Chrome OS, não é de se espantar que a companhia esteja aos poucos deixando de usar os produtos concorrentes.
Segundo Brin, a expectativa é que daqui há cerca de um ano, somente uma parcela pequena de funcionários ainda utilize sistemas de outras companhias para trabalhar. A expectativa é que os Chromebooks desenvolvidos pela própria empresa se tornem a ferramenta de trabalho preferencial para o desenvolvimento de novos produtos.


Proteção contra terremotos

Para garantir a proteção dos funcionários em caso de terremotos e outros desastres naturais, a Google disponibiliza uma mochila repleta de mantimentos para cada um deles. Dessa forma, espera assegurar a sobrevivência e o conforto de todos caso seja preciso esperar algum tempo até que as equipes de resgate consigam chegar ao local de trabalho.


US$ 72 milhões gastos em comida

Esse é o valor gasto anualmente pela companhia para alimentar todos os funcionários espalhados pelo planeta – em média, cada empregado US$ 7530 custa por ano para a empresa neste quesito. Os detalhes variam conforme o local do mundo em que a pessoa atua, mas em todos eles a empresa mantém a filosofia de deixar seus empregados bem alimentados.


 
(Fonte da imagem: Flickr de Balazs H)


No Googleplex, sede principal da empresa na Califórnia, cada funcionário tem direito a duas refeições gratuitas por dia em uma das 11 cafeterias espalhadas pelo complexo. Além das diversas opções de pratos oferecidos nestes locais, a empresa também dispõe de diversas lanchonetes menores em que diversos lanches gratuitos estão disponíveis.


Ajuda para todos os aspectos da vida

Além de cuidar da alimentação dos funcionários, a Google também dispõe de serviços variados que incluem cortes de cabelo gratuitos, aulas de línguas estrangeiras, creches e médicos localizados no próprio local de trabalho. Quem possui um carro pode até mesmo usar a estrutura da empresa para lavá-lo gratuitamente e realizar trocas de óleo.
A lista de benefícios oferecidos é bastante variada, e inclui academias, massagistas profissionais e até mesmo uma lavanderia para as roupas dos funcionários. Como bônus, funcionários que moram sozinhos e possuem cachorros podem levar os animais até o trabalho para que eles não se sintam solitários em casa.


“Estou com sorte” traz prejuízos para a companhia

A cada ano, o recurso “Estou com sorte” é responsável por perdas na casa dos US$ 110 milhões para a Google. Como o usuário é redirecionado para um único site após clicar no botão, deixa de visualizar os anúncios publicados na página de resultados do site, resultando em uma perda de receitas para a companhia.




Segundo Marissa Mayer, uma das executivas da companhia, a intenção do recurso é lembrar ao usuário de que o serviço é feito por pessoas como ele. Além disso, a Google acredita que, ao fornecer resultados imediatos para o que cada um procura, ela fortalece sua imagem como uma empresa que atua de forma diferente da concorrência e que não tem o lucro como único objetivo.


Primeiro servidor foi construído com LEGO

A primeira máquina usada para armazenar os dados do que viria a se tornar o Google, que em 1996 ainda era chamado BackRub, era parcialmente construída com peças de LEGO. O computador, que possuía um HD de somente 40GB, foi preservado e é exibido como uma peça de museu pela Universidade de Stanford.


 
(Fonte da imagem: Laboratório de informática da Universidade de Stanford)


Segundo as lendas, as pecinhas de LEGO foram a melhor forma encontrada pelos desenvolvedores do projeto para conseguir armazenar 10 discos rígidos de 4GB cada. Afinal, se trata de um material relativamente barato e que pode ser expandido facilmente conforme a necessidade do usuário.


A Google está de olho em seus emails

 
(Fonte da imagem: GMail)


Apesar da boa imagem que a Google conserva, nem todas as suas ações são bem vistas pelo público em geral. Usuários do GMail, em especial, são alvo de um sistema que, para muitos, constitui uma violação de privacidade.
Todas as mensagens enviadas e recebidas são analisadas por um processo chamado “extração de conteúdo”, que detecta palavras-chave e as envia para anunciantes. O resultado são as propagandas exibidas nas páginas do serviço, bastante eficientes em “adivinhar” os interesses do usuário.
Essa não é a primeira atitude de caráter duvidoso que rende críticas à companhia, conhecida por reforçar as leis locais mesmo quando elas vão de encontro às manifestações populares. A maior prova disso é a China, na qual a Google é conhecida por colaborar com a censura imposta pelo governo e ocultar resultados que levem a páginas com conteúdos considerados subversivos.[ Tecnomundo ]